Gestão

Insucesso Profissional: 87% das pessoas são demitidas por problemas comportamentais

Posted by Ricardo Piovan on novembro 30, 2009
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Qualquer treinamento que ministro seja ele de liderança, resiliência, assertividade ou trabalho em equipe, sempre apresento a pesquisa da revista VCSA sobre os motivos das demissões nas empresas. Após verificar as causas do cartão vermelho dado pelo líder a revista chegou à seguinte conclusão: a cada 10 demissões no mercado de trabalho 8,7 delas são problemas comportamentais e apenas 1,3 está ligado à deficiência técnica.

São as atitudes das pessoas que as estão demitindo ou impedindo o seu sucesso dentro das organizações, costumo dizer que os 1,3 demitidos por insuficiência técnica também é um problema comportamental, pois a procrastinação ou a preguiça de buscar o conhecimento impossibilita a pessoa de estudar e resolver a sua dificuldade.

Outra pesquisa realizada com líderes e empresários aborda as 10 atitudes dos profissionais talentosos, aqueles que fazem diferença nas organizações e consequentemente são promovidos ou colocados em posição de destaque nas corporações:

1- Ele não é o mais inteligente e sim o mais comprometido com a empresa.

2- Ele realiza o que é delegado imediatamente, sem reclamar.

3- Ele colabora com seus colegas de trabalho, mesmo quando a tarefa  não é de sua área.

4- Ele participa, dá opiniões, mesmo correndo o risco de não ser bem entendido.

5- Ele termina o que começa.

6- É o que presta atenção nos detalhes naquilo que faz e procura fazer tudo bem feito.

7- Ele sempre faz mais que o solicitado, a todo tempo quer exceder nas suas atividades

8- É o que está sempre procurando saber mais sobre a empresa, participando dos cursos e palestras, para servir melhor clientes e colegas.

9- É aquele que não trabalha olhando o tempo todo para o relógio para ir embora.

10- É aquele que respeita o ambiente de trabalho desde como se veste, até como se comporta, e principalmente o que fala.

Incentivo as pessoas a não se limitarem na busca pelo aprimoramento técnico, mas também o autoconhecimento para aperfeiçoar os seus comportamentos pois não tenha dúvida que as atitudes limitantes podem comprometer o sucesso profissional.

Para validar este artigo gostaria de compartilhar com você a celebre frase de Peter Drucker, o guru da administração moderna: “As pessoas são contratadas pelo seu CV (habilidades técnicas) mas são demitidas pelos seus comportamentos”.

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Como influenciar e persuadir o seu chefe?

Posted by Ricardo Piovan on novembro 26, 2009
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Recebo muitas reclamações em minhas palestras e treinamentos relacionadas à dificuldade de influenciar os chefes para mudanças, sejam em procedimentos, especificações de produtos, investimentos ou simplesmente vender a idéia de um novo conceito. Independentemente do que você deseja persuadir o seu chefe, seguem algumas dicas de como convencê-lo do que você deseja mudar ou fazer:

CONFIANÇA: antes de vender uma idéia ao seu superior tenha a convicção de que ele o considera uma pessoa confiável e assertiva, pois na maioria das vezes os chefes dizem NÃO “as pessoas” e não “as idéias”, simplesmente porque não confiam que elas realizarão um bom trabalho ou que tenham boas idéias. Antes de vender idéias venda assertividade e confiança.

CONHECIMENTO: o primeiro ponto que você deve aprimorar é o conhecimento daquilo que você pretende mudar. Seu chefe deve sentir segurança na sua fala, portanto esteja embasado para responder com supremacia a qualquer pergunta que ele faça para você. Se o seu objetivo é a liberação de uma verba extraordinária para vincular uma nova propaganda em algum site da internet, tenha detalhadamente os números de acessos, quem são os leitores, horários de maior visualização e etc. Muitas vezes a informação completa alinhada com a confiança já determina o convencimento.

ENTUSIASMO: Você está totalmente convencido que a sua idéia é extraordinária? Você precisa apresentar o seu projeto com convicção e alegria demonstrando ao seu chefe que a possibilidade de êxito é certa, se você não estiver convencido de que sua idéia é fantástica provavelmente o seu chefe também não a achará. Apresente antes sua idéia para outras pessoas, talvez elas tragam a luz “gaps” que devem ser ajustados antes da apresentação final.

TENHA UM PLANO B: Caso não tenha sucesso após demonstrar conhecimento e vender sua idéia com entusiasmo, apresente um plano B para testá-la. Caso esteja querendo uma verba para viajar para outra cidade com o objetivo de aumentar as vendas e não está conseguindo este consentimento, solicite a permissão para fazer ligações a empresas deste novo local oferecendo os produtos por telefone avaliando assim a receptividade, e após colher estes dados diga que apresentará uma planilha demonstrando o interesse ou não das empresas no produto. Com o plano B você deixa a sua idéia viva para reflexões futuras.

PERSISTÊNCIA: Não desistir é uma das principais características do poder de influência e persuasão, pois ao persistir você reavalia novas formas de fazer ou até mesmo de refletir se cometeu algum erro nos pontos anteriores. Será que sou de confiança? Será que o conhecimento foi suficiente para vender a idéia? Expressei-me com entusiasmo? Apresentei um plano paralelo para aquilo que desejava?

O poder de influenciar qualquer pessoa está alinhado ao real desejo individual, tal afirmação está embasada na célebre frase de Napoleon Hill onde ele destaca: “Homens e mulheres que realmente desejam algo sempre encontram um caminho, para aqueles que não desejam tão fortemente assim encontram apenas obstáculos.”

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Insatisfeito e infeliz no seu trabalho?

Posted by Ricardo Piovan on julho 25, 2009
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Destaco em meu livro Resiliência – Como Suportar Pressões e Adversidades no Trabalho um estudo realizado nos EUA, que 80% dos profissionais daquele país têm algum sentimento de infelicidade e insatisfação em relação ao trabalho que desempenham. Acredito que no Brasil este número não seja diferente a julgar pelas frequentes queixas que ouço nas empresas que presto consultoria.

As queixas são as mais variadas possíveis, mas o campeão de reclamações está em relação aos líderes das empresas, reclamação esta validada pela pesquisa do Instituto Gallup que aponta 66% das pessoas se demitem do seu chefe e não da organização que trabalham. Mas a ideia deste artigo não é falar sobre liderança e sim sobre escolhas que uma pessoa pode fazer caso esteja infeliz com o seu trabalho, sendo ela líder ou liderado.

Sempre que um profissional começa a se queixar sobre o seu trabalho, seu chefe ou seus colegas eu digo a ele que existem quatro escolhas a serem levadas em consideração e que provavelmente ele está optando pela pior delas. Veja abaixo quais são estas escolhas:

1. Mudar a empresa: Esta é a minha preferida. Um profissional insatisfeito no trabalho pode escolher mudar a empresa para melhor, isto é, a partir do momento que ele não concorda com as ideias da empresa ou com a liderança, existe uma grande chance de quebrar antigos paradigmas e iniciar um processo de transformação na organização. Sabemos que a inovação vem do confronto de ideias, de forma harmônica, onde alguém traz algo novo e não aceita os “nãos” com facilidade. Este profissional possui uma grande chance de subir na carreira, seja dentro desta empresa ou fora dela, pois o conhecimento adquirido para confrontar as antigas crenças sempre traz consigo um grande aprendizado e com certeza um profissional mais talentoso.

Mas a triste notícia é que sempre que apresento esta opção muitos já ficam cansados só de ouvir, começam a dar desculpas que o chefe não permite que este tipo de confronto harmônico aconteça, que a empresa é jurássica e não irá mudar ou até mesmo que não está disposto a despender tanta energia assim. Costumo dizer a estas pessoas que na verdade não é outra pessoa que não permite e sim ela que não tem o poder de influência e persuasão necessário para vender as suas ideias e iniciar as mudanças que defende e que para isso será necessário que leia livros sobre o tema da influência e persuasão ou até mesmo fazer um curso que garantirá a ela esta habilidade. Mas muitos não se colocam em situações de aprendizado para elevar suas competências e conquistar aquilo que deseja. Para estas pessoas com tristeza digo “Tudo bem, é uma escolha linda e transformadora que você não quer optar”.

2. Adapte-se a empresa: Para as pessoas que não querem ser o agente transformador de uma companhia há a escolha de adaptar-se a empresa, aceitando a cultura, os pares, os líderes da forma como eles são. Apenas solicito a estas pessoas que aceitam a infelicidade, que fiquem caladas, pois na maioria das vezes estas pessoas ficam reclamando pelos cantos da organização contaminando outras pessoas que tem potencial para usar a primeira opção e iniciar um processo de transformação. Oitenta e sete por cento das pessoas são demitidas por problemas comportamentais e os dois comportamentos que mais demitem os profissionais são a arrogância e a reclamação sem ação, portanto, muito cuidado com esta escolha.

3. Mude-se da empresa: Quando apresento esta opção às pessoas se assustam. Mas é uma opção que se deve levar em consideração, pois se você não está a fim de mudar a empresa, seja lá por qual desculpa for, e não quer se adaptar-se a forma da empresa, acredito que não haja motivos para continuar neste trabalho. Aposto que até mesmo os seus lideres não desejam uma pessoa infeliz naquilo que faz. Faço aqui apenas um pequeno alerta, pois em muitos casos percebo que este processo de fuga não é edificante, pois normalmente o profissional que vai embora da empresa leva ele mesmo na bagagem. Algumas pessoas são eternas “reclamonas” e não tenho dúvida que haverá uma grande chance de iniciar um processo de reclamação na nova empresa na qual ela vai se instalar. Após o processo de namoro com o líder e a empresa, as pessoas que “fogem” sem compreender o real aprendizado do antigo emprego, começam a achar novas coisas para reclamar e todo o processo de insatisfação inicia novamente. Se você está optando por esta escolha fique alerta para que no próximo emprego não caia nas mesmas armadilhas.

4. Sofrimento: Sim, está é a quarta escolha que as pessoas podem fazer, se acomodam e sofrem. É mais ou menos assim: Não tenho forças para mudar a empresa, não quero me adaptar a cultura da organização, mas também não tenho coragem de pedir demissão, me transformar e ir para outra empresa, então me acomodo, sofro e fico constantemente colocando a culpa nos outros pela minha infelicidade e insatisfação. Fico muito triste, pois vejo muitas pessoas fazendo esta escolha que impossibilita o crescimento tanto do profissional como do departamento e da companhia.

Caso você opte pela primeira escolha (mudar a empresa) você precisará adquirir conhecimentos para iniciar este processo de transformação, pois se você já tivesse este conhecimento talvez já teria entrado em ação. Costumo dizer no meu treinamento SL – O Profissional de Alta Performance, que as pressões e dificuldades se dissipam a luz do conhecimento, portanto, será necessário que você invista em aprendizado para construir o novo.

Sugiro a você fazer o download aqui de uma relação de literaturas que podem te ajudar a adquirir o conhecimento necessário para entrar em ação e assim mudar você, a empresa e até mesmo a sua liderança.

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Por que nem todos os profissionais são promovidos?

Posted by Ricardo Piovan on junho 26, 2009
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Poderíamos enumerar uma série de fatores, mas gostaria de falar hoje sobre o marketing pessoal.

Ouço muitas reclamações de pessoas que apesar de terem as mesmas qualidades técnicas que outras não são promovidas. É mais ou menos assim:

Eu faço o mesmo serviço que o Carlos, com a mesma qualidade, mas ele foi promovido e não eu. Que injustiça!“

A reflexão que sugiro a essas pessoas é questionar se o Carlos não tem um marketing pessoal mais eficaz.

Marketing é uma ferramenta que as empresas utilizam para colocar os seus produtos em evidência objetivando vendas. Marketing pessoal é a mesma coisa, isto é, precisamos colocar nossos produtos ( serviços ) em evidência objetivando vende-los para conquistar um cargo mais elevado na organização.

Nos dias de hoje os profissionais estão cada vez mais parecidos em relação à qualidade de seus serviços, a diferença entre ser promovido ou não pode estar no marketing que as pessoas estão fazendo de si mesmas.

Veja algumas dicas para você aperfeiçoar o seu marketing pessoal e destacar o seu produto para as próximas oportunidades:

Visibilidade: Assim que seu chefe solicitar alguma ajuda para uma tarefa especial prontifique-se para executá-la, desta forma ele saberá que pode contar com você para o que for necessário.

Melhoria continua: Dê sugestões ao seu chefe e colegas sobre melhorias nas atividades dos departamentos. Sempre há uma forma de fazer melhor, mais rápido e mais barato. Não espere uma solução de cinco milhões de reais, dê muitas soluções de cinco reais.

Espírito de Equipe: Execute suas tarefas rapidamente e com qualidade e assim que um par precisar de ajuda contribua de coração com o trabalho dele. O marketing não é apenas para o chefe, mas também para a equipe.

Liderança em atividades coletivas: sempre que uma missão for direcionada ao grupo verifique se você tem a competência de liderá-los, mas lembre-se que o conceito de liderança mudou, hoje os líderes servem seus liderados e não são mais servidos por eles.

Sugiro a você pesquisar mais sobre este tema em livros, treinamentos ou até mesmo no you-tube, pois estas dicas colocadas em prática podem fazer grande diferença na próxima promoção que aparecer na empresa.

E lembre-se, você precisa aparecer mais, conquistar seu chefe sem parecer um “puxa-saco”, e sem ser considerado chato pelos colegas de trabalho.

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Nova Lei de Estágios aprovada. Quais as mudanças?

Posted by Raphael Roale on outubro 06, 2008
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Se você é estagiário ou está à procura de uma vaga, fique de olho na nova lei de estágio. Foi aprovada a Lei 11.788 que traz uma série de mudanças nas condições de contratação, como férias remuneradas e vale-transporte, por exemplo, para todos os estudantes contratados. A mudança traz uma série de novos benefícios, mas por outro lado também aumenta a burocracia. E só vale para novas contratações ou para a renovação do contrato pra quem já está estagiando.

Estagiário: nova lei aprovada

A idéia central da nova lei é valorizar o estágio como um ato educativo, e não como mão-de-obra barata. Para o ensino médio, técnico e superior, a principal alteração é na carga horária que passa de 8 horas diárias para 6 (ou 30 horas semanais) e o direito ao recesso remunerado (férias) e auxílio-transporte.

Os estágios passarão a ter duração máxima de dois anos e será obrigatório das empresas contratantes o envio de um relatório, a cada seis meses, à instituição de ensino com as atividades monitoradas realizadas. E durante este período, será necessário o acompanhamento de um profissional da área para os estagiários.

As empresas prevêem que serão mais afetados os estudantes do Ensino Médio, porque a nova lei prevê um limite máximo de contratação desses estudantes – 20% do quadro de funcionários de uma empresa. Mas agora profissionais liberais de nível superior (com registro em conselhos regionais), como advogados, arquitetos, psicólogos, engenheiros e outros também poderão contratar estagiários. Com isso, mais oportunidades surgem no mercado para amenizar o panorama do Brasil.

É fato que estagiários são importante para as empresas, e o gestor consciente percebe isso. Com a cabeça ainda no ambiente acadêmico, o estagiário traz novas idéias, oxigena a empresa e faz a ponte entre teoria e prática.

A maior quantidade de vagas para estágio está na Administração, já que as empresas mais procuram no perfil dos estudantes é o estudante de administração de empresas. Depois vem a área de exatas, como engenharia, estatística, economia e ciências contábeis.

Fonte: G1, Nube

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A religião como ferramenta de Gestão

Posted by Raphael Roale on setembro 25, 2008
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Qual a influência da religião no Homem contemporâneo? Existe um paralelo entre Gestão e Religião? São perguntas e temas que parecem não ter a menor relação. Mas quando o primeiro homem se questionou “de onde vim?”, e como isso aconteceu muito antes do homem atingir a ciência, o que respondeu suas questões fundamentais foi o mito e o misticismo. Depois de alguma evolução de sociedade, esses mitos ganharam forma, nomes, cores. E finalmente, num estágio pré-civilização, ocorreram as especializações: antes todos agricultores, agora soldados, e claro, sacerdotes. Assim, finalmente, surge a “religião”, quando os mitos e o misticismo ganham um intérprete e um local próprio na sociedade primitiva.

A Religião na verdade é um processo de relação entre o Homem e os poderes por ele considerados sobre-humanos, estabelecendo-se uma dependência ou uma relação de dependência. Essa relação se apresenta através de emoções – como confiança e medo – e através de ações (cultos ou atividades, ritos ou reuniões e festividades). A Religião é a expressão que a mente humana registra a sua relação com o inatingível e mostra a sua convicção nos poderes que lhes são transcendentes.

Já um sistema religioso é um conjunto de elementos que expressem Religião. Todo e qualquer sistema que contenha elementos de Religião, é um sistema religioso. Livros (Bíblia), personagens (santos) e objetos (cruzes) podem ser elementos e fontes religiosas, mas não necessariamente gerar uma religiosidade – que é a tendência individual para seguir a própria religião ou integrar-se ao sagrado. O estudo destas religiões acaba por nos faz entender e conhecer uma gama de crenças, ritos e lendas que mostram quão heterogêneo pode ser um ambiente social. Lidar com pessoas no ambiente de trabalho e, mais ainda, liderar um time com características díspares requer habilidades que podem ser adquiridas também com o estudo das religiões e ajudar na Gestão.

O Homem Moderno

A humanidade passa por um momento único, de reflexão e busca de sua própria continuação como espécie. Daí a importância de perceber as diferenças individuais e buscar a tolerância entre crenças e a procura da fraternidade. A intolerância se mostrou um poderoso veículo de segregação principalmente quando aliado a questões religiosas. Tal princípio deve ser também utilizado nas relações comerciais e corporativas.

Isto posto, vejo que a modernidade e a religião são intimamente ligadas e não excludentes, mesmo com algumas controvérsias: apesar do homem moderno buscar respostas e teorias concretas baseadas na ciência, é neste conflito que a religião – através da diversidade de mitos e crenças – apoia tais descobertas quando apresenta novas perspectivas de visão. Mesmo assim, é certo que a religião deixou de ser o motor que estrutura a vida social e individual, mas provavelmente a secularização – onde a religião deixa de ser o aspecto cultural agregador da sociedade – não acaba com a religião e sim transforma o seu papel na sociedade: é a vitória da razão sobre os mitos. Contudo, o que predomina é a livre religiosidade, não a instituição religiosa.

O Futuro

O contexto histórico atual está ligado aos ideais de uma cultura mundial interativa, interconectada, globalizada que cria uma realidade nova em que se está chamando de sociedade da informação ou do conhecimento. Em outras palavras, a existência de uma sociedade em rede com dimensões mundiais, na qual o conhecimento e a informação tornaram-se o capital principal – a explosão da informação, a multiplicação e diversificação das formas de saber e conhecer.

Ou seja, mesmo a razão prevalecendo sobre a religiosidade, assistimos a queda vertiginosa da certeza dos homens. Questionamos hoje todas as verdades universais, os valores comuns à sociedade, a razão como forma efetivamente segura do conhecimento. Nos apoiamos hoje no caos, no relativismo, no simbólico. Por ser o mundo complexo demais para ser enquadrado em qualquer teoria da totalidade, acaba por ser também uma ilusão tentar compreender este mundo de forma racional.

Desta forma, a religião – calcada no divino, no sagrado, no metafísico e que abriga conceitos universais de fé – deve transcender as questões individuais e buscar os princípios éticos que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano.

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Remuneração: seis mitos perigosos

Posted by Raphael Roale on setembro 21, 2008
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Os Gestores de hoje confrontam todos os dias com decisões sobre como remunerar sua equipe, seus colaboradores, seus funcionários: Deviam ajustar o sistema de recompensas da empresa de forma a melhorar alguns padrões de comportamento? Deviam contratar consultores que os ajudassem a aplicar um sistema de remuneração baseado no desempenho? Que aumentos deviam autorizar? Qual o custo da minha mão-de-obra? Qual a diferença entre salário e remuneração?

Remuneração e Salários

Em geral, estas dúvidas resume-se a quatro decisões básicas sobre como remunerar:

  • Quanto é que se deve pagar aos empregados;
  • Que importância se deve dar à compensação financeira como parte do sistema de recompensas;
  • Que importância deve ser dada ao esforço de manter salários baixos; e
  • Se deve ou não aplicar um sistema de incentivos individuais (bônus) para recompensar as diferenças no desempenho, assim como na produtividade, e que peso deve ser dado a estes incentivos.

Para os Gestores não pode haver delegação nestas matérias. Todos sabem que as decisões sobre remunerações são importantes e a maior parte dos conhecimentos difundidos e dos debates abertos sobre a remuneração são enganadores, incorretos ou as duas coisas ao mesmo tempo. O resultado é que os Gestores acabam seguindo noções mal pensadas sobre como e porquê remunerar os colaboradores.

Este Gestores acreditam nos seis mitos perigosos sobre remuneração listados abaixo. São ­ilusões sobre a forma de recompensar que, de alguma forma, são tidas como verdadeiras.

Mito 1: O preço da mão-de-obra e os custos da mão-de-obra são a mesma coisa.

Não é verdade, e confundir estes conceitos leva a uma série de erros de gestão. O preço da mão-de-obra é simplesmente o que as pessoas ganham, em média, por unidade de tempo – um programador de computador ganha 40 reais por hora, enquanto que o Diretor da empresa ganha 15 mil reais por mês. Ou seja, os custos da mão-de-obra resultam da relação entre o que uma empresa paga aos seus colaboradores e o que estes produzem. Assim, os empregados de uma fábrica podem receber 20 reais por hora enquanto que programadores recebem 40 reais, mas os custos relativos dos trabalhadores vão refletir na quantidade de unidades produzidas no mesmo período de tempo – na fábrica, peças; na programação, dados.

Mito 2: Quando se reduz o preço da mão-de-obra, é possível baixar os custos da mão-de-obra

Quando os Gestores acreditam no mito que diz que o preço da mão-de-obra e os custos de mão-de-obra são a mesma coisa, têm a tendência de também acreditar neste mito. Assim, mais uma vez os custos de mão-de-obra são uma função do preço da mão-de-obra e da produtividade e, para baixar os custos de mão-de-obra, é necessário abordar tanto um como o outro. Na verdade, baixar o preço da mão-de-obra pode, muitas vezes, aumentar os custos de mão-de-obra pois aí reduz-se a quantidade de unidades produzidas no mesmo período de tempo.

Mito 3: Os custos de mão-de-obra é uma parte significativa do total dos custos

É verdade, mas só ás vezes. Os custos de mão-de-obra, como parte do total dos custos, têm uma grande variação dependendo do ramo e da empresa. No entanto, muitos Gestores partem do princípio de que os custos de mão-de-­obra constituem a maior despesa quando, na realidade, não passam da despesa mais imediatamente flexibilizável. Ou seja, apesar de ser parte significativa é a que mais facilmente pode ser alterada, sempre com consequencias.

Mito 4: Os custos de mão-de-obra baixos representam uma arma de competitividade forte

Na realidade, os custos de mão-de-obra são, talvez, a forma mais traiçoeira e menos constante de competir. A melhor forma de obter vantagem é através da qualidade, do bom serviço ao cliente, do processo, da inovação de serviços ou da liderança em tecnologia. É muito mais difícil imitar estas fontes de vantagem competitiva do que nos limitar a reduzir os custos.

Mito 5: O pagamento individual incentivos melhora o desempenho

Na realidade, o pagamento individual de incentivos diminui o desempenho – tanto do indivíduo como da Organização. Muitos estudos sugerem claramente que esta forma de recompensa diminui o trabalho em equipe, encoraja uma dedicação a curto prazo e leva a que as pessoas acreditem que a remuneração não está, de forma alguma, relacionada com o desempenho mas com manter os relacionamentos “certos” e uma personalidade insinuante. Por isso muitas empresas adotam como método pagar incentivos através de metas globais da organização, pois assim todos têm uma parcela de responsabilidade sobre os resultados.

Mito 6: As pessoas trabalham por dinheiro

Sim, as pessoas trabalham por dinheiro. Mas trabalham ainda mais para que as suas vidas tenham algum sentido. Na realidade, trabalham para se divertirem. As empresas que ignorem este fato estão “subornando” os empregados e vão pagar o preço com a falta de lealdade e dedicação. Atualmente não é só o salário que conta.

Estas crenças estão diretamente ligadas ao suicídio corporativo.

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Lista das piores formas de trabalho infantil (TIP)

Posted by Raphael Roale on setembro 21, 2008
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No último dia 12 de Setembro entrou em vigor o Decreto 6.481 de 12 de Junho de 2008, que trata das piores formas de trabalho infantil e a ação imediata para sua eliminação, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho.

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Este Decreto proíbe a contratação de menores de 18 anos nas atividades listadas abaixo, sob pena de pagar multa no seu descumprimento. Por exemplo, proíbe por completo a contratação de menores para trabalhos domésticos pois a criança fica sob os riscos de realizar esforço físico intenso, isolamento, abuso sexual, dentre outros.

Então anote aí a lista dos trabalhos e atividades proibidas para menores de idade, e tome cuidado quando contratar seu próximo estagiário.

Atividade: Agricultura, Pecuária, Silvicultura e Exploração Florestal

  • Na direção e operação de tratores, máquinas agrícolas e esmeris, quando motorizados e em movimento
  • No processo produtivo do fumo, algodão, sisal, cana-de-açúcar e abacaxi
  • Na colheita de cítricos, pimenta malagueta e semelhantes
  • No beneficiamento do fumo, sisal, castanha de caju e cana-de-açúcar
  • Na pulverização, manuseio e aplicação de agrotóxicos, adjuvantes, e produtos afins, incluindo limpeza de equipamentos, descontaminação, disposição e retorno de recipientes vazios
  • Em locais de armazenamento ou de beneficiamento em que haja livre desprendimento de poeiras de cereais e de vegetais
  • Em estábulos, cavalariças, currais, estrebarias ou pocilgas, sem condições adequadas de higienização
  • No interior ou junto a silos de estocagem de forragem ou grãos com atmosferas tóxicas, explosivas ou com deficiência de oxigênio
  • Na extração e corte de madeira
  • Em manguezais e lamaçais

Atividade: Pesca

  • Na cata de iscas aquáticas
  • Na cata de mariscos
  • Que exijam mergulho, com ou sem equipamento
  • Em condições hiperbáricas

Atividade: Indústria Extrativa

  • Em cantarias e no preparo de cascalho
  • De extração de pedras, areia e argila (retirada, corte e separação de pedras; uso de instrumentos contuso-cortantes, transporte e arrumação de pedras)
  • De extração de mármores, granitos, pedras preciosas, semipreciosas e outros minerais
  • Em escavações, subterrâneos, pedreiras, garimpos, minas em subsolo e a céu aberto
  • Em locais onde haja livre desprendimento de poeiras minerais
  • Em salinas

Atividade: Indústria de Transformação

  • De lixa nas fábricas de chapéu ou feltro
  • De jateamento em geral, exceto em processos enclausurados
  • De douração, prateação, niquelação, galvanoplastia, anodização de alumínio, banhos metálicos ou com desprendimento de fumos metálicos
  • Na operação industrial de reciclagem de papel, plástico e metal
  • No preparo de plumas e crinas
  • Na industrialização do fumo
  • Na industrialização de cana de açúcar
  • Em fundições em geral
  • Em tecelagem
  • No beneficiamento de mármores, granitos, pedras preciosas, semipreciosas e outros bens minerais
  • Na produção de carvão vegetal
  • Em contato com resíduos de animais deteriorados, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pêlos ou dejetos de animais
  • Na produção, processamento e manuseio de explosivos, inflamáveis líquidos, gasosos ou liquefeitos
  • Na fabricação de fogos de artifícios
  • De direção e operação de máquinas e equipamentos elétricos de grande porte
  • Em curtumes, industrialização de couros e fabricação de peles e peliças
  • Em matadouros ou abatedouros em geral
  • Em processamento ou empacotamento mecanizado de carnes
  • Na fabricação de farinha de mandioca
  • Em indústrias cerâmicas
  • Em olarias nas áreas de fornos ou com exposição à umidade excessiva
  • Na fabricação de botões e outros artefatos de nácar, chifre ou osso
  • Na fabricação de cimento ou cal
  • Na fabricação de colchões
  • Na fabricação de cortiças, cristais, esmaltes, estopas, gesso, louças, vidros ou vernizes
  • Na fabricação de porcelanas
  • Na fabricação de artefatos de borracha
  • Em destilarias de álcool
  • Na fabricação de bebidas alcoólicas
  • No interior de resfriadores, casas de máquinas, ou junto de aquecedores, fornos ou alto-fornos
  • Em serralherias
  • Em indústrias de móveis
  • No beneficiamento de madeira
  • Com exposição a vibrações localizadas ou de corpo inteiro
  • De desmonte ou demolição de navios e embarcações em geral

Atividade: Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás e Água

  • Em sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica

Atividade: Construção

  • Construção civil e pesada, incluindo construção, restauração, reforma e demolição

Atividade: Comércio (Reparação de Veículos Automotores Objetos Pessoais e Domésticos)

  • Em borracharias ou locais onde sejam feitos recapeamento ou recauchutagem de pneus

Atividade: Transporte e Armazenagem

  • No transporte e armazenagem de álcool, explosivos, inflamáveis líquidos, gasosos e liquefeitos
  • Em porão ou convés de navio
  • Em transporte de pessoas ou animais de pequeno porte

Atividade: Saúde e Serviços Sociais

  • No manuseio ou aplicação de produtos químicos, incluindo limpeza de equipamentos, descontaminação, disposição e retorno de recipientes vazios
  • Em contato com animais portadores de doenças infecto-contagiosas e em postos de vacinação de animais
  • Em hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos destinados ao cuidado da saúde humana, em que se tenha contato direto com os pacientes ou se manuseie objetos de uso dos pacientes não previamente esterilizados
  • Em laboratórios destinados ao preparo de soro, de vacinas e de outros produtos similares

Atividade: Serviços Coletivos, Sociais, Pessoais e Outros

  • Em lavanderias industriais
  • Em tinturarias e estamparias
  • Em esgotos
  • Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo
  • Em cemitérios
  • Em serviços externos, que impliquem em manuseio e porte de valores que coloquem em risco a sua segurança (Office-boys, mensageiros, contínuos)
  • Em ruas e outros logradouros públicos (comércio ambulante, guardador de carros, guardas mirins, guias turísticos, transporte de pessoas ou animais, entre outros)
  • Em artesanato
  • De cuidado e vigilância de crianças, de pessoas idosas ou doentes

Atividade: Serviço Doméstico

  • Domésticos

Atividade: Todas

  • De manutenção, limpeza, lavagem ou lubrificação de veículos, tratores, motores, componentes, máquinas ou equipamentos, em que se utilizem solventes orgânicos ou inorgânicos, óleo diesel, desengraxantes ácidos ou básicos ou outros produtos derivados de óleos minerais
  • Com utilização de instrumentos ou ferramentas perfurocontantes, sem proteção adequada capaz de controlar o risco
  • Em câmaras frigoríficas
  • Com levantamento, transporte, carga ou descarga manual de pesos, quando realizados raramente, superiores a 20 quilos, para o gênero masculino e superiores a 15 quilos para o gênero feminino; e superiores a 11 quilos para o gênero masculino e superiores a 7 quilos para o gênero feminino, quando realizados freqüentemente
  • Ao ar livre, sem proteção adequada contra exposição à radiação solar, chuva , frio
  • Em alturas superiores a 2,0 (dois) metros
  • Com exposição a ruído contínuo ou intermitente acima do nível previsto na legislação pertinente em vigor, ou a ruído de impacto
  • Com exposição ou manuseio de arsênico e seus compostos, asbestos, benzeno, carvão mineral, fósforo e seus compostos, hidrocarbonetos, outros compostos de carbono, metais pesados (cádmio, chumbo, cromo e mercúrio)e seus compostos, silicatos, ácido oxálico, nítrico, sulfúrico, bromídrico, fosfórico, pícrico, álcalis cáusticos ou substâncias nocivas à saúde conforme classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS)
  • Em espaços confinados
  • De afiação de ferramentas e instrumentos metálicos em afiadora, rebolo ou esmeril, sem proteção coletiva contra partículas volantes
  • De direção, operação, de veículos, máquinas ou equipamentos, quando motorizados e em movimento (máquinas de laminação, forja e de corte de metais, máquinas de padaria, como misturadores e cilindros de massa, máquinas de fatiar, máquinas em trabalhos com madeira, serras circulares, serras de fita e guilhotinas, esmeris, moinhos, cortadores e misturadores, equipamentos em fábricas de papel, guindastes ou outros similares)
  • Com exposição a radiações ionizante e não-ionizantes (microondas, ultravioleta ou laser)
  • De manutenção e reparo de máquinas e equipamentos elétricos, quando energizados

Trabalhos Prejudiciais à Moralidade

  • Aqueles prestados de qualquer modo em prostíbulos, boates, bares, cabarés, danceterias, casas de massagem, saunas, motéis, salas ou lugares de espetáculos obscenos, salas de jogos de azar e estabelecimentos análogos
  • De produção, composição, distribuição, impressão ou comércio de objetos sexuais, livros, revistas, fitas de vídeo ou cinema e cds pornográficos, de escritos, cartazes, desenhos, gravuras, pinturas, emblemas, imagens e quaisquer outros objetos pornográficos que possam prejudicar a formação moral
  • De venda, a varejo, de bebidas alcoólicas
  • Com exposição a abusos físicos, psicológicos ou sexuais.

Fonte: Presidência da República

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Motivação? Mas onde devo colocar a cenoura?

Posted by Raphael Roale on agosto 28, 2008
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Numa fazenda nasceu um lindo burrinho. O fazendeiro, logo que o viu, e percebendo que nascera forte e robusto, fez planos em prepará-lo para puxar a carroça de feno quando fosse maior. Mas o tempo foi passando, e o burrinho mostrou-se muito esperto: dentre os animas do curral, era o que sempre conseguia comer a melhor comida, deitar na melhor sombra, sempre bebia água fresca e outras regalias. O bichinho foi crescendo até que chegou o dia em que o fazendeiro resolveu usá-lo na carroça. O burro, tentando evitar a fadiga, se recusou a puxar. O fazendeiro usou todas as técnicas que sabia, mas não conseguiu fazer com que o animal realizasse a tarefa. Desanimado, soltou o bicho no curral e não o usou para mais nada.

Daí que passou pela fazenda um mascate, que andando pelo lugar viu aquele animal solto no curral. Ao ver como ele era forte, fez uma oferta de compra ao fazendeiro. Esse logo lhe avisou que, apesar de robusto, não podia ser usado para puxar carroça, pois era muito teimoso. O mascate não ligou, pois ia tentar educar o animal para puxar sua carroça. O fazendeiro contou-lhe que já havia tentado de tudo e que não dera resultados, mas que se aquela era a sua vontade, então ia vender o bicho. Os dois fecharam negócio e o mascate levou o animal para casa.

Certo dia o mascate ia sair em viagem e resolveu prender o burro em sua carroça. Tentou fazer com que o burro puxasse usando as técnicas convencionais, mas como havia dito o antigo dono do animal, elas não deram certo. Então o mascate usou uma artimanha: colocou uma cenoura pendurada na ponta de uma vara, deixando-a bem a frente do burro. O animal, muito feliz ao ver a cenoura, logo se movimentou em direção à ela, levando também a carroça.

E assim o mascate passou a ir onde queria com sua carroça, e burro passou o resto de sua vida correndo atrás da cenoura.

Não sei a origem deste pequeno conto que vos apresento, mas ilustra bem a principal ferramenta de Gestão e Motivação nas corporações: A Cenoura! Mas a grande questão que persegue a Liderança de hoje (e nessa eu também me incluo!) é onde exatamente esta grande ferramenta deve ser colocada: se frente ou atrás do animal. Ops!, do colaborador, funcionário.

Trocando em miúdos, a motivação deve acontecer pelo bônus do mérito ou pelo ônus do fracasso? Pela premiação ou pela punição? Ou será que a cenoura deve ser cortada em partes iguais e divididas?

Então, a partir de hoje, quero convidar você a acompanhar o Minha Gestão. A idéia aqui é falar de assuntos absolutamente caretas – como Administração, Negócios, Carreira, Finanças e Mercado de Trabalho – de forma leve, divertida, um bate-papo. Quero contar minhas experiências – nem sempre bem-sucedidas – nestes mais de 15 anos de mercado. Quero também, junto com você, entender como os negócios de hoje estão sendo geridos, as carreiras em evidência, os eventos relevantes, a moda corporativa. Afinal, quem não precisa de oásis no deserto?

Aproveite!

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