Marketing Pessoal

Problemas no Trabalho? Pare de falar e resolva!

Posted by Ricardo Piovan on maio 07, 2012
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Venho ressaltando em meus textos e palestras de que a reclamação é um dos comportamentos que mais demitem as pessoas. Isto mesmo, a atitude daquelas pessoas que quando ficam insatisfeitas com algo na empresa são abduzidas pelo sentimento da RAIVA  e ao invés de conduzir esta energia ao cérebro para gerar soluções que resolvam seus problemas, elas levam esta energia para os músculos da boca e iniciam o processo da reclamação pelos corredores das organizações.

A RAIVA é o sentimento secundário dos “reclamões”, na verdade isto é uma máscara, pois o sentimento primário (real) é o MEDO. Isto mesmo, estas pessoas são na verdade grandes MEDROSOS, pois eles morrem de medo de tomar algumas decisões para resolver aquilo que ele está sofrendo e trilhar caminhos desconhecidos.

Vamos analisar alguns casos:

1- O meu chefe é uma pessoa muito crítica, que a todo o momento me chama atenção e muitas vezes na frente de outras pessoas.

Sentimento secundário:  Fico com RAIVA e reclamo dele para os meus colegas

Sentimento primário: Medo de demitir o meu chefe e não conseguir um novo trabalho a altura

2- Meus funcionários  não dão o resultado esperado na execução das suas tarefas;

Sentimento secundário:  Fico com RAIVA e reclamo deles para o meu diretor

Sentimento primário: Morro de MEDO de buscar conhecimentos de liderança, pois posso descobrir que o erro na verdade é meu.

3- Não consigo bater as minhas metas de vendas

Sentimento secundário: Fico com RAIVA dos clientes, do governo e da concorrência e digo que eles são culpados pelo meu fracasso.

Sentimento primário: Fico com MEDO de buscar ajuda dos vendedores que mesmo num panorama de concorrência dão muitos resultados, pois eles podem me achar inferior.

O mais interessante de tudo isto é que há uma solução para estas situações, e ela está numa frase de Walt Disney onde ele diz: “Para resolver algo, pare de falar e entre em ação”. O problema é que a maioria das pessoas tem o sentimento primário do MEDO de entrar em ação e paralisam não resolvendo aquilo que tem que se resolver.

Se você conhece alguém assim – ou se você mesmo se percebe neste processo – quero disponibilizar uma parte do quarto capítulo do meu livro Resiliência – Como Superar Pressões e Adversidades no Trabalho, onde destaco um método para resolver problemas profissionais e pessoais. Os 4 passos que apresento no livro eu tomei empresado por algumas figuras emblemáticas como Aristóteles, Dale Carnegie e Peter Drucker. Este último apresenta esta técnica num artigo intitulado “A decisão eficaz”.

Bom, não sei quanto a você, mas eu não costumo discutir com estas três figuras, eu simplesmente faço aquilo que eles orientam.

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Brasil: 76% das pessoas estão infelizes no trabalho

Posted by Ricardo Piovan on novembro 24, 2011
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Em 2008 concedi uma entrevista a uma grande rádio de São Paulo e na época eu disse que uma pesquisa nos Estados Unidos havia apontado que 80% dos americanos estavam infelizes no trabalho e que em minha opinião este número não seria muito diferente aqui no Brasil. Lembro-me que a repórter questionou estes números, com certa descrença de que eles seriam reais.

Mas uma pesquisa recente feita pela International Stress Management no Brasil (Isma-BR), realizada com pessoas de 25 a 60 anos demonstra que o meu “faro” não estava errado, pois entre os entrevistados,  76% das pessoas se sentem infelizes com sua vida profissional.

Num mundo extremamente competitivo de hoje, a tônica das empresas é conquistar cada vez mais resultados fazendo com que a pressão do dia a dia seja muito alta. Até este ponto é normal, pois qualquer empresa pressionará seus colaboradores a conquistar resultados.

O problema é a falta de habilidade dos gestores em conduzir este processo, pois a forma como eles tratam os seus liderados faz com que estes sofram criando a desmotivação.

Veja algumas atitudes do líder que promove a infelicidade dos seus colaboradores:

  • Ele nega com atitudes os valores da empresa
  • Ele desconhece o limite entre a pressão por resultados e falta de respeito
  • Ele desrespeita as pessoas no tom de voz e no discurso
  • Ele desrespeita as pessoas no excesso de centralização
  • Ele desrespeita as pessoas na sua incapacidade de fazer com que elas cresçam
  • A ele falta a capacidade de inspirar e motivar os seus liderados
  • Ele vai atrás do resultado certo da forma errada.

Como solução para este cenário vejo dois pontos que necessitam ser trabalhados: a primeira é a reciclagem destes líderes que na verdade comportam-se ainda como os velhos chefes de departamento; e a segunda é que os liderados busquem  o desenvolvimento da sua inteligência emocional para saber lidar com este processo de alta pressão com mais assertividade

Saiba que os 24% das pessoas que se consideram felizes no trabalho possuem dois pontos em comum: autoconfiança e objetivos claros e bem definidos para a sua vida profissional e pessoal.

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Por que algumas pessoas não são promovidas nas empresas

Posted by Ricardo Piovan on junho 29, 2010
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Canso de ver a seguinte cena nas empresas onde ministro minhas palestras e treinamentos:

Há uma nova vaga de gerente no departamento e estão na disputa Carlos e Aguiar.

Carlos é mais competente que Aguiar, mas de repente Aguiar é apresentado a equipe como o novo gestor da área.

A princípio você pode julgar que o processo foi injusto, que Aguiar tem “conhecidos” na diretoria e foi escolhido por este motivo, mas o fiel da balança pode ter sido algo que chamamos de marketing pessoal, pois Aguiar o faz com supremacia enquanto Carlos relega esta importante ferramenta para brilhar na carreira. Mas o que é marketing pessoal?

Marketing é uma ferramenta que as empresas utilizam para colocar os seus produtos em evidência objetivando vendas. Marketing pessoal é a mesma coisa, isto é, precisamos colocar nossos produtos (serviços) em evidência objetivando vende-los para conquistar um cargo mais elevado na organização.

Nos dias de hoje os profissionais estão cada vez mais parecidos em relação à qualidade de seus serviços, a diferença entre ser promovido ou não, pode estar no marketing positivo ou negativo que as profissionais estão fazendo de si mesmos.

Veja aqui um resumo dos principais passos para dominar esta ferramenta e com isto turbinar a sua carreira para a busca de promoções.

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Como influenciar e persuadir o seu chefe?

Posted by Ricardo Piovan on novembro 26, 2009
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Recebo muitas reclamações em minhas palestras e treinamentos relacionadas à dificuldade de influenciar os chefes para mudanças, sejam em procedimentos, especificações de produtos, investimentos ou simplesmente vender a idéia de um novo conceito. Independentemente do que você deseja persuadir o seu chefe, seguem algumas dicas de como convencê-lo do que você deseja mudar ou fazer:

CONFIANÇA: antes de vender uma idéia ao seu superior tenha a convicção de que ele o considera uma pessoa confiável e assertiva, pois na maioria das vezes os chefes dizem NÃO “as pessoas” e não “as idéias”, simplesmente porque não confiam que elas realizarão um bom trabalho ou que tenham boas idéias. Antes de vender idéias venda assertividade e confiança.

CONHECIMENTO: o primeiro ponto que você deve aprimorar é o conhecimento daquilo que você pretende mudar. Seu chefe deve sentir segurança na sua fala, portanto esteja embasado para responder com supremacia a qualquer pergunta que ele faça para você. Se o seu objetivo é a liberação de uma verba extraordinária para vincular uma nova propaganda em algum site da internet, tenha detalhadamente os números de acessos, quem são os leitores, horários de maior visualização e etc. Muitas vezes a informação completa alinhada com a confiança já determina o convencimento.

ENTUSIASMO: Você está totalmente convencido que a sua idéia é extraordinária? Você precisa apresentar o seu projeto com convicção e alegria demonstrando ao seu chefe que a possibilidade de êxito é certa, se você não estiver convencido de que sua idéia é fantástica provavelmente o seu chefe também não a achará. Apresente antes sua idéia para outras pessoas, talvez elas tragam a luz “gaps” que devem ser ajustados antes da apresentação final.

TENHA UM PLANO B: Caso não tenha sucesso após demonstrar conhecimento e vender sua idéia com entusiasmo, apresente um plano B para testá-la. Caso esteja querendo uma verba para viajar para outra cidade com o objetivo de aumentar as vendas e não está conseguindo este consentimento, solicite a permissão para fazer ligações a empresas deste novo local oferecendo os produtos por telefone avaliando assim a receptividade, e após colher estes dados diga que apresentará uma planilha demonstrando o interesse ou não das empresas no produto. Com o plano B você deixa a sua idéia viva para reflexões futuras.

PERSISTÊNCIA: Não desistir é uma das principais características do poder de influência e persuasão, pois ao persistir você reavalia novas formas de fazer ou até mesmo de refletir se cometeu algum erro nos pontos anteriores. Será que sou de confiança? Será que o conhecimento foi suficiente para vender a idéia? Expressei-me com entusiasmo? Apresentei um plano paralelo para aquilo que desejava?

O poder de influenciar qualquer pessoa está alinhado ao real desejo individual, tal afirmação está embasada na célebre frase de Napoleon Hill onde ele destaca: “Homens e mulheres que realmente desejam algo sempre encontram um caminho, para aqueles que não desejam tão fortemente assim encontram apenas obstáculos.”

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Insatisfeito e infeliz no seu trabalho?

Posted by Ricardo Piovan on julho 25, 2009
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Destaco em meu livro Resiliência – Como Suportar Pressões e Adversidades no Trabalho um estudo realizado nos EUA, que 80% dos profissionais daquele país têm algum sentimento de infelicidade e insatisfação em relação ao trabalho que desempenham. Acredito que no Brasil este número não seja diferente a julgar pelas frequentes queixas que ouço nas empresas que presto consultoria.

As queixas são as mais variadas possíveis, mas o campeão de reclamações está em relação aos líderes das empresas, reclamação esta validada pela pesquisa do Instituto Gallup que aponta 66% das pessoas se demitem do seu chefe e não da organização que trabalham. Mas a ideia deste artigo não é falar sobre liderança e sim sobre escolhas que uma pessoa pode fazer caso esteja infeliz com o seu trabalho, sendo ela líder ou liderado.

Sempre que um profissional começa a se queixar sobre o seu trabalho, seu chefe ou seus colegas eu digo a ele que existem quatro escolhas a serem levadas em consideração e que provavelmente ele está optando pela pior delas. Veja abaixo quais são estas escolhas:

1. Mudar a empresa: Esta é a minha preferida. Um profissional insatisfeito no trabalho pode escolher mudar a empresa para melhor, isto é, a partir do momento que ele não concorda com as ideias da empresa ou com a liderança, existe uma grande chance de quebrar antigos paradigmas e iniciar um processo de transformação na organização. Sabemos que a inovação vem do confronto de ideias, de forma harmônica, onde alguém traz algo novo e não aceita os “nãos” com facilidade. Este profissional possui uma grande chance de subir na carreira, seja dentro desta empresa ou fora dela, pois o conhecimento adquirido para confrontar as antigas crenças sempre traz consigo um grande aprendizado e com certeza um profissional mais talentoso.

Mas a triste notícia é que sempre que apresento esta opção muitos já ficam cansados só de ouvir, começam a dar desculpas que o chefe não permite que este tipo de confronto harmônico aconteça, que a empresa é jurássica e não irá mudar ou até mesmo que não está disposto a despender tanta energia assim. Costumo dizer a estas pessoas que na verdade não é outra pessoa que não permite e sim ela que não tem o poder de influência e persuasão necessário para vender as suas ideias e iniciar as mudanças que defende e que para isso será necessário que leia livros sobre o tema da influência e persuasão ou até mesmo fazer um curso que garantirá a ela esta habilidade. Mas muitos não se colocam em situações de aprendizado para elevar suas competências e conquistar aquilo que deseja. Para estas pessoas com tristeza digo “Tudo bem, é uma escolha linda e transformadora que você não quer optar”.

2. Adapte-se a empresa: Para as pessoas que não querem ser o agente transformador de uma companhia há a escolha de adaptar-se a empresa, aceitando a cultura, os pares, os líderes da forma como eles são. Apenas solicito a estas pessoas que aceitam a infelicidade, que fiquem caladas, pois na maioria das vezes estas pessoas ficam reclamando pelos cantos da organização contaminando outras pessoas que tem potencial para usar a primeira opção e iniciar um processo de transformação. Oitenta e sete por cento das pessoas são demitidas por problemas comportamentais e os dois comportamentos que mais demitem os profissionais são a arrogância e a reclamação sem ação, portanto, muito cuidado com esta escolha.

3. Mude-se da empresa: Quando apresento esta opção às pessoas se assustam. Mas é uma opção que se deve levar em consideração, pois se você não está a fim de mudar a empresa, seja lá por qual desculpa for, e não quer se adaptar-se a forma da empresa, acredito que não haja motivos para continuar neste trabalho. Aposto que até mesmo os seus lideres não desejam uma pessoa infeliz naquilo que faz. Faço aqui apenas um pequeno alerta, pois em muitos casos percebo que este processo de fuga não é edificante, pois normalmente o profissional que vai embora da empresa leva ele mesmo na bagagem. Algumas pessoas são eternas “reclamonas” e não tenho dúvida que haverá uma grande chance de iniciar um processo de reclamação na nova empresa na qual ela vai se instalar. Após o processo de namoro com o líder e a empresa, as pessoas que “fogem” sem compreender o real aprendizado do antigo emprego, começam a achar novas coisas para reclamar e todo o processo de insatisfação inicia novamente. Se você está optando por esta escolha fique alerta para que no próximo emprego não caia nas mesmas armadilhas.

4. Sofrimento: Sim, está é a quarta escolha que as pessoas podem fazer, se acomodam e sofrem. É mais ou menos assim: Não tenho forças para mudar a empresa, não quero me adaptar a cultura da organização, mas também não tenho coragem de pedir demissão, me transformar e ir para outra empresa, então me acomodo, sofro e fico constantemente colocando a culpa nos outros pela minha infelicidade e insatisfação. Fico muito triste, pois vejo muitas pessoas fazendo esta escolha que impossibilita o crescimento tanto do profissional como do departamento e da companhia.

Caso você opte pela primeira escolha (mudar a empresa) você precisará adquirir conhecimentos para iniciar este processo de transformação, pois se você já tivesse este conhecimento talvez já teria entrado em ação. Costumo dizer no meu treinamento SL – O Profissional de Alta Performance, que as pressões e dificuldades se dissipam a luz do conhecimento, portanto, será necessário que você invista em aprendizado para construir o novo.

Sugiro a você fazer o download aqui de uma relação de literaturas que podem te ajudar a adquirir o conhecimento necessário para entrar em ação e assim mudar você, a empresa e até mesmo a sua liderança.

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Por que nem todos os profissionais são promovidos?

Posted by Ricardo Piovan on junho 26, 2009
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Poderíamos enumerar uma série de fatores, mas gostaria de falar hoje sobre o marketing pessoal.

Ouço muitas reclamações de pessoas que apesar de terem as mesmas qualidades técnicas que outras não são promovidas. É mais ou menos assim:

Eu faço o mesmo serviço que o Carlos, com a mesma qualidade, mas ele foi promovido e não eu. Que injustiça!“

A reflexão que sugiro a essas pessoas é questionar se o Carlos não tem um marketing pessoal mais eficaz.

Marketing é uma ferramenta que as empresas utilizam para colocar os seus produtos em evidência objetivando vendas. Marketing pessoal é a mesma coisa, isto é, precisamos colocar nossos produtos ( serviços ) em evidência objetivando vende-los para conquistar um cargo mais elevado na organização.

Nos dias de hoje os profissionais estão cada vez mais parecidos em relação à qualidade de seus serviços, a diferença entre ser promovido ou não pode estar no marketing que as pessoas estão fazendo de si mesmas.

Veja algumas dicas para você aperfeiçoar o seu marketing pessoal e destacar o seu produto para as próximas oportunidades:

Visibilidade: Assim que seu chefe solicitar alguma ajuda para uma tarefa especial prontifique-se para executá-la, desta forma ele saberá que pode contar com você para o que for necessário.

Melhoria continua: Dê sugestões ao seu chefe e colegas sobre melhorias nas atividades dos departamentos. Sempre há uma forma de fazer melhor, mais rápido e mais barato. Não espere uma solução de cinco milhões de reais, dê muitas soluções de cinco reais.

Espírito de Equipe: Execute suas tarefas rapidamente e com qualidade e assim que um par precisar de ajuda contribua de coração com o trabalho dele. O marketing não é apenas para o chefe, mas também para a equipe.

Liderança em atividades coletivas: sempre que uma missão for direcionada ao grupo verifique se você tem a competência de liderá-los, mas lembre-se que o conceito de liderança mudou, hoje os líderes servem seus liderados e não são mais servidos por eles.

Sugiro a você pesquisar mais sobre este tema em livros, treinamentos ou até mesmo no you-tube, pois estas dicas colocadas em prática podem fazer grande diferença na próxima promoção que aparecer na empresa.

E lembre-se, você precisa aparecer mais, conquistar seu chefe sem parecer um “puxa-saco”, e sem ser considerado chato pelos colegas de trabalho.

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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