Dicas

Feira de estágios e oportunidades de emprego no Rio de Janeiro

Posted by Raphael Roale on novembro 21, 2008
Eventos / No Comments

A Universidade Veiga de Almeida (UVA) realizará nos dias 24, 25 e 26 de Novembro o Conexão Mercado UVA – Primeira Feira de Estágios e Oportunidades. O evento, que é gratuito, terá uma programação de palestras com profissionais sobre mercado, empreendedorismo e dicas de inovação.

UVA - Feira de Estágios e Oportunidades de Emprego

A previsão de público é de 20 mil pessoas e a expectativa é que sejam geradas mais de 100 vagas de emprego e estágio, pois o evento conta com a participação de cerca de 25 empresas e entidades, entre elas o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Banco Santander, Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), Fundação Mudes, Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio), White Martins, Academia do Concurso Público, Osklen e Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O evento é aberto ao público e vai acontecer no Bloco C do Campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida, a partir das 10hs do dia 24/11/2008. A Universidade Veiga de Almeida fica na Rua Ibituruna, 108, Tijuca. Informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2574-8888 e inscrições pelo site do evento.

Confira a programação do evento:

Dia 24/11/2008

  • 10h – Abertura
  • 10h30min – Instituto Capacitare – Nova Lei Estágio
  • 11h30min às 12h30min – Palestra A importância do espírito empreendedor – Palestrante: Celso Leonardo
  • 14h30min às 15h30min – Concursos Públicos – Uma opção real de emprego para vida toda. – Palestrante: Raquel Queiroz – Coordenadora de Projetos Especiais do Grupo ABECE
  • 16h às 17h – BINDER
  • 17h30min às 18h30min – SEBRAE – Design como ferramenta de negócios – Palestrante: Consultora Maristela
  • 18h às 19h – White Martins – Foco em Engenharia
  • 19h às 20h – CIEE – Nova Lei de Estágio

Dia 25/11/2008

  • 10h – CREA
  • 11h30min às 12h30min – SEBRAE – Rede de conhecimento para gerar bons negócios – Palestrante: Marc Diaz
  • 11h20min às 12h20min – White Martins – Foco em Engenharia
  • 14h às 15h – SEBRAE – Orientação para crédito e finanças – Palestrante: Plínio Marcus
  • 14:30h às 15h30min – Fundação Mudes – Objetivos do Mercado de Trabalho Conhecimento x Comportamento Organizacional
  • 16h às 17h – IEL – Jovens empresários
  • 16h às 17h – Empresa Júnior – Vagas para consultoria
  • 18h às 19h – Tempo Educação Internacional
  • 18h às 19h – Oportunidades na área de moda
  • 19h às 20h – EMOP – Oportunidade na área civil
  • 19h às 20h – Santander

Dia 26/11/2008

  • 10h às 11h – SEBRAE – Assessoria jurídica preventiva para as micro e pequenas empresas
  • 10h às 11h – Oportunidades na área de bares e restaurantes – Palestrantes: Parmê/ Bar Luiz / SindRio
  • 11h20min às 12h20min – r2b network – Importância do Network
  • 14h às 15h – ABRH
  • 16h às 17h – White Martins – Foco em Engenharia
  • 16h às 17h – Tempo Educação Internacional
  • 17h às 18h – Renner
  • 17h30min às 18h30min – SEBRAE – Como vender mais e melhor
  • 19h às 20h – Star Soft

Eu só senti falta de palestras sobre Negócios Digitais.

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Porque as empresas morrem no Brasil

Posted by Raphael Roale on setembro 18, 2008
Artigos / 3 Comments

Uma pesquisa do Sebrae revela que mais de 60% das empresas que nascem todos os anos no Brasil morrem até o quarto ano de funcionamento. Os motivos são diversos, e vão desde a falta de planejamento até problemas financeiros e inaptidão gerencial dos proprietários. Mas isso todo mundo já sabe, é notório, vemos acontecer todos os dias. E ainda assim, porque as empresas continuam morrendo?

O que não faltam hoje são estatísticas, números, dados, e facilidade de acesso à informações. Conhecemos a carga tributária vergonhosa do Brasil, os custos com empregados, as taxas cobradas pelos bancos, a burocracia enferrujada, a falta de mão-de-obra especializada, o custo de vida. Mesmo assim, porque as empresas continuam agonizando, sufocando, morrendo?

A resposta mais simples à pergunta é: as empresas não morrem, se matam. Suicídio empresarial. Quando uma pessoa sabe que vai morrer e não faz nada a respeito, conhece as causas e efeitos mas não toma as ações necessárias para fugir das estatísticas, é se deixar morrer. É suicídio.

Uma grande parte dos empresários no Brasil não sabem fazer contas. Não sabem quanto custa manter as suas empresas. Não sabem qual o impacto da conta de luz e de água na sua rentabilidade, o custo real de uma mercadoria, quanto paga de imposto embutido e quanto isso se reflete nos gastos. Cuidam das finanças de suas empresas como quem faz as contas do supermercado no fim do mês. Não fazem previsões, nem provisões, a inadimplência aparece, e o buraco negro da falência assombra.

Além disso, existe um outro fator que é basicamente cultural: crise de identidade. Como os brasileiros, as empresas também não sabem quem são, qual seu objetivo, sua missão, pra onde ir. Somos um “país em desenvolvimento”, mas ainda temos as mazelas de povos miseráveis como os africanos. Não dá pra dizer que uma pessoa está perdida se ela não sabe onde quer chegar. O mesmo ocorre com as empresas. Quantas vezes se abrem negócios em um ramo pois se conhece alguém bem sucedido no mesmo negócio? O João da padaria está bem de vida? Então vamos lá abrir uma padaria também, mesmo sem conhecer o mercado, os fornecedores, seus clientes, o ponto de venda. Estudo de mercado com pessoas qualificadas? Caro demais, vamos no feeling mesmo. Se deu certo para ele, vai dar certo para mim também.

Olha aí mais uma futura ex-empresa.

Mas qual a solução? O que se deve fazer para reduzir os leitos na UTI neo-empresarial? Eu me arrisco a dizer que, tão simples quanto o diagnóstico, é a solução: sair da INÉRCIA. Fazer. Acontecer. Aprender a fazer suas contas, conhecer a fundo o negócio a se criar, planejar, estudar. É ajudar, de verdade, o crescimento do Brasil.

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10 dicas para se trabalhar em equipe

Posted by Raphael Roale on setembro 17, 2008
Artigos / 22 Comments

Éramos 11 pessoas divididas em 3 grupos funcionais completamente distintos, com necessidades conflitantes. Tivemos que montar um grupo de trabalho para um objetivo comum: definir a estratégia de implementação de um grande projeto. É claro que a “estratégia” passou a ser o “troféu”, e o “trabalho em equipe” uma “competição”.

Foi tudo um caos: muita gente cedendo, poucas pessoas felizes, os trabalhos levaram o dobro do tempo previsto, e no final fiquei com aquela sensação de dor-de-cotovelo e a angústia de – apesar de poder – não ter feito tudo diferente.

Trabalho em Equipe pode funcionar!

Então deixo aqui 10 pequenas, mas valiosas dicas, para seu trabalho em equipe. São conselhos que deixei de seguir uma vez, e aprendi com meu erro da pior maneira possível: falhando.

Dica 1 – Tenha paciência

Muitas vezes é difícil conciliar opiniões diversas, principalmente quando se está em grupo. Dessa forma é muito importante que você tenha a devida paciências. Procure sempre mostrar os seus pontos de vista com moderação e ouça o que os outros têm a dizer, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

Dica 2 – Aceite sempre as idéias das outras pessoas

Nem sempre é fácil aceitar novas idéias ou admitir em público que não temos razão, mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser muito melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.

Dica 3 – Nunca critique seus colegas

Quando surgirem conflitos entre os colegas de grupo, é de vital importância não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as colocações do colega, com isenção total sobre suas impressões de caráter. Pode criticar (de forma construtiva) as idéias, nunca a pessoa.

Dica 4 – Saiba como dividir

Entenda que é muito importante dividir tarefas quando se trabalha em equipe. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Delegar, compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

Dica 5 – Não deixe de trabalhar, colaborar

Não é por trabalhar em equipe que você precisa esquecer de suas obrigações. Lembre-se que dividir as tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente. Colabore.

Dica 6 – Mantenha uma postura participativa e solidária

Procure dar o seu melhor e ajudar os colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não se sinta constrangido quando precisar pedir ajuda à alguém da equipe.

Dica 7 – Mantenha o diálogo, sempre

Quando se sentir desconfortável com alguma situação ou função que tenha lhe sido atribuída, é importante explicar o problema para que seja possível achar uma solução que agrade a todos.

Dica 8 – Planejamento é essencial

Quando existem várias pessoas trabalhando em conjunto, a tendência natural é que se dispersem. O planejamento e a organização são primordiais para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. O importante é fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

Dica 9 – Cuidado com o pensamento coletivo

Quando tudo já foi conversado e todas as decisões tomadas, é muito comum que um grupo coeso e homogêneo se torne resistente à mudanças e ignore outras opiniões. Quando isso ocorrer, o grupo deve ouvir opiniões externas e aceitar a idéia de que pode errar.

Dica 10 – Aproveite e divirta-se

No final de tudo, trabalhar em equipe pode ser uma excelente oportunidade de aprender com seus colegas e conviver mais próximo a eles. Todos ganham com a experiência.

Boa sorte!

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Feedback, dicas para uma boa avaliação

Posted by Raphael Roale on setembro 01, 2008
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_feedback É chegada a hora das avaliações de desempenho nas empresas, o chamado feedback, que geralmente acontece em 360 graus – em que colegas avaliam colegas, subordinados avaliam chefes e, a mais temerosa, chefes avaliam subordinados. É muito comum nas empresas que o pagamento de bônus, promoções, demissões e recolocações sejam com base nestes feedbacks.

Então esta é a hora que todos devem temer? Paparicar o chefe? Deixar de fazer aquelas brincadeirinhas irritantes com as colegas de trabalho? Gastar rios de dinheiro em bombons e almoços em restaurantes caros? Não necessariamente…

Se você é um gestor que acredita que estas rodadas de avaliações são apenas chatices que o RH da sua empresa inventa para ter o que fazer, ok. Pare por aqui. Existem opções mais interessantes e divertidas para ler no horário de almoço.

Mas se você é como este que vos escreve e enxerga nas avaliações uma poderosa ferramenta de melhoria no trabalho, nas relações entre as pessoas e – porque não? – no aumento dos seus ganhos, então continue a ler este artigo. Trago para você algumas dicas e considerações para tornar o processo de feedback eficaz e contínuo, principalmente se sua equipe é bastante heterogênea – como a minha.

Mostre que você acredita na avaliação

Mostre sempre que você valoriza o processo de avaliação. Descreva explicitamente os benefícios que resultam para você – como gestor -, para sua equipe e para toda a organização. Apresente os resultados do último processo, sejam eles bons ou ruins.

Seja um conselheiro e sirva de modelo ao outros

Reuna com sua equipe para os ajudar a compreender as avaliações que recebem, e sempre envolva-os na discussão das avaliações e de sua interpretação – sem deixar que as suas próprias opiniões predominem. Desmistifique o processo estando aberto ao feedback e ao auto-desenvolvimento, pedindo opiniões aos outros, incluindo subordinados e colegas.

Crie o hábito de ensinar a avaliar

Reserve tempo e recursos para ajudar os avaliadores e os avaliados a dar e a receber feedback. Isto consegue-se melhor em pequenos grupos e em pequenas doses, do que com programas formais de formação. Ou seja, avalie e seja avaliado ao longo do ano para ajustar o processo.

Dê a devida atenção às revelações

Preste atenção e dê visibilidade aos resultados que forem sendo revelados nas avaliações. Em geral aparecem grandes sugestões de melhoria nos processos, no seu trabalho ou para a empresa. Anote os assuntos que forem sendo revelados, e no final envie a todos a lista das sugestões. E não esqueça de acompanhar e promover as mudanças pertinentes.

Ah! E boa sorte.

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Tudo sobre Portabilidade Numérica no Brasil

Posted by Raphael Roale on agosto 29, 2008
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Depois de 18 meses de promessas e atrasos, a Portabilidade Numérica começa a ser implantada no Brasil a partir da próxima segunda-feira, primeiro de Setembro (01/09). Mas você sabe o que isso significa? Sabe como tirar proveito das novas regras da telefonia? Sabe como utilizar?

O Minha Gestão traz para você as principais dúvidas e regras sobre a Portabilidade Numérica. Anote aí.

_dicas 

O que é portabilidade numérica?
É a poder manter o seu número de telefone mesmo trocando de operadora, de plano de serviço (de pós para pré-pago e vice-versa) ou de endereço (apenas no caso da telefonia fixa).

E quando a portabilidade numérica começa?
Isso depende de onde você mora, pois a implantação vai começar na próxima segunda-feira (01/09) e vai até o final de Fevereiro de 2009. A tabela completa com os prazos para cada código DDD pode ser conferida no site da Anatel.

Preciso pagar para manter meu número de uma operadora para outra?
Claro que sim! O preço da portabilidade será definido pela Anatel e será cobrado cada vez que o número for portado para outra operadora. A estimativa inicial de custo é de até 4 reais a cada transferência.

Quantas vezes posso trocar de operadora mantendo o meu número?
Quantas vezes quiser, não há limite.

A quem devo solicitar a transferência de número?
À operadora para a qual você pretende migrar. A operadora que perde o usuário não participa da negociação.

Em quanto tempo a operadora terá que fazer a troca?
Inicialmente, em até cinco dias. A partir de Março de 2010, o prazo passará a ser de três dias.

E eu posso desistir da troca?
Sim, até dois dias úteis após fazer o pedido.

Quanto tempo meu telefone ficará sem funcionar na troca de uma operadora para a outra?
No máximo 2 horas.

Posso transferir meu número fixo para um móvel?
Não, somente de fixo para fixo ou de móvel para móvel.

Posso trocar meu pré-pago de uma operadora para um pós-pago de outra?
Sim, desde que dentro da mesma área, mesmo DDD.

Posso trocar meu número de Estado?
Não pode. Na telefonia fixa, a portabilidade será possível dentro da mesma área. No caso do serviço móvel, a manutenção do número será dentro do mesmo código DDD.

E o pedido pode ser negado?
Apenas nas seguintes condições: se já houver outro pedido de portabilidade para aquele número em andamento; se o número for inexistente ou não estiver designado a um usuário; se for apenas de uso temporário ou estiver desligado; ou se o número for correspondente a um terminal público.

Preciso manter o meu contrato de fidelidade com a operadora?
Claro que sim! A portabilidade não anula contratos de fidelidade assinados pelo usuário, que pode durar no máximo 12 meses.

A operadora para qual vou migrar pode exigir contrato de fidelidade?
Sim, de no máximo 12 meses e desde que ofereça vantagens como aparelho ou plano com desconto.

Posso trocar meu celular CDMA por um GSM de outra operadora mantendo meu número?
Sim, a tecnologia não interfere no processo de portabilidade.

Posso levar meu número de Nextel para uma operadora móvel e vice-versa?
Não, o Nextel é outro tipo de serviço móvel ainda não contemplado pela portabilidade.

Como devo proceder se a operadora não atender ao pedido de portabilidade?
Faça uma reclamação à Anatel ou procure os órgãos de defesa competentes, como o Procon.

Fique de olho: Pelo regulamento, as operadoras devem informar gratuitamente em sua página na Internet e no centro de atendimento por telefone, se um número pertence ou não a sua rede.

Fontes: PCWorld, IDGNow, Anatel

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Evento de Gestão de Projetos para Empreendimentos de Infra-estrutura

Posted by Raphael Roale on agosto 29, 2008
Eventos / 1 Comment

Primeiro Encontro de Gerenciamento de Projetos para Empreendimentos de Infra-Estrutura

Se você é Gerente de Projetos, trabalha na área de infra-estrutura ou quer ganhar alguns PDU’s para sua certificação, taí uma dica imperdível: no próximo dia 26 de Setembro o PMI Rio de Janeiro, em parceria com a Option Brasil, realizará o Primeiro Encontro de Gerenciamento de Projetos para Empreendimentos de Infra-Estrutura.

A iniciativa tem como objetivos:

  • Incentivar o desenvolvimento da disciplina Gerenciamento de Projetos nos empreendimentos de infra-estrutura, especialmente em energia, transporte e infra-estrutura social, entre outros segmentos.
  • Difundir temas de ponta relacionados a conceitos, práticas e ferramentas utilizadas para melhorar o desempenho dos projetos.
  • Promover a eficiência da gestão nas organizações dos segmentos de energia, transporte e infra-estrutura social, entre outros.
  • Discutir novos paradigmas para o desenvolvimento dos empreendimentos para atender a enorme demanda do cenário brasileiro e internacional.
  • Possibilitar intensa troca de experiências entre profissionais que se destacam na área, bem como a discussão sobre melhores práticas e tendências em gerenciamento de projetos e a análise de casos reais, vivenciados por importantes organizações.

O evento irá reunir mais de 300 profissionais, entre:

  • Executivos e Profissionais que atuam em planejamento e gerenciamento de projetos.
  • Executivos e Profissionais de empresas das áreas de Engenharia, Construção e Equipamentos.
  • Profissionais de empresas provedoras de serviços e produtos na área de gerenciamento de projetos.
  • Acadêmicos e Estudantes de Pós-Graduação e Mestrado em áreas relacionadas ao gerenciamento de projetos.
  • Formadores de opinião nos segmentos de energia, transporte e infra-estrutura social, entre outros.
  • Representantes da Imprensa.

Informações

Onde: Firjan – Rio de Janeiro – Av. Graça Aranha, 1 no Centro.
Quando: 26 de setembro de 2008
Inscrições: Pelo telefone (21) 2516-0707 ou pelo Site Oficial
Patrocínio:
Compass e Project Builder

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