Gestão

Você ou o seu chefe é um líder tóxico?

Posted by Ricardo Piovan on julho 11, 2012
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Tenho utilizado no meu treinamento, Liderança Assertiva – O Líder Completo, dados que a revista Você S/A publicou numa matéria intitulada: “Como lidar com chefes tóxicos”.

A reportagem traz de forma brilhante as características dos líderes tóxicos, aqueles chefes que apesar de algumas vezes promoverem resultados não se preocupam com a forma para alcançar estes resultados, perdendo talentos e muitas vezes não extraindo o máximo que seus liderados podem render em suas atividades.

Seguem as características do líder tóxico apresentada pela revista assim como alguns comentários:

1. Ele nega com atitudes os valores da empresa – Sabe aquela plaquinha ( missão, valores e visão ) que normalmente fica na recepção da empresa ? Lá estão os valores da companhia e o líder tóxico nega aquelas frases com suas atitudes e comportamentos no dia a dia.

2. Ele desconhece o limite entre a pressão por resultados e falta de respeito – Busca por resultados é uma coisa, gritar, ironizar e chamar a atenção na frente de outras pessoas é outra coisa completamente diferente. Respeito e caráter são elementos essenciais na liderança.

3. A ele falta a capacidade de inspirar e motivar os seus liderados– Um chefe simplesmente manda seu liderado fazer, um líder antes de mandar, inspira e motiva o seu liderado, mostrando o que deve ser feito e porque deve ser feito, isto é, lhe dá um propósito.

4. Ele vai atrás do resultado certo da forma errada – Algumas vezes (nem sempre) o chefe tóxico consegue o resultado a curto prazo, mas as suas atitudes desmotivam seus liderados a conseguirem os mesmos resultados para a próxima missão. Um líder autoritário sempre consegue resultados à curto prazo. À médio e longo prazo os resultados simplesmente desaparecem.

Caso você seja um líder e preocupou-se com as questões acima, saiba que é possível verificar se você tem ou não a liderança tóxica. Solicite feedbacks de seus liderados, questionando-os sobre os seus comportamentos como líder. Lembre-se que de acordo com Freud e Jung as pessoas se percebem em apenas 10%, isto é, 90% das nossas atitudes diárias não são percebidas e consequentemente não controladas.

Por Ricardo Piovan – Palestrante e Coach Organizacional
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Os 5 principais erros dos líderes novatos

Posted by Ricardo Piovan on maio 25, 2012
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Segundo pesquisa realizada pela consultoria de gestão de negócios e recursos humanos Kienbaum 85% dos líderes não possuem as competências necessárias para uma promoção imediata, mas com a alta demanda de líderes no mercado brasileiro as empresas estão promovendo os seus analistas despreparados para cargos de chefias e criando sérios problemas na gestão de pessoas.

O processo é o seguinte: O “maitre” do restaurante se aposenta ou foi embora, o dono do estabelecimento observa os seus garçons e pensa “o João é um ótimo garçom, vou promovê-lo para maitre”. Mas no final da história a casa perde um ótimo garçom e ganha um péssimo “maitre”, pois o João não estava preparado para este novo desafio.

Em meu treinamento Liderança Assertiva – O Líder Completo, apresento cinco erros básico que líderes novatos cometem em sua nova empreitada, vamos a eles:

Não focar nas pessoas: Jovens líderes tendem a generalizar a gestão, isto é tratam os seus liderados como “bando” não se atentando que cada um deles é diferente e ele deve tratá-los de forma diferente. Não o diferente de privilégio, mas sim em suas necessidades. O líder deve questionar sempre: O que posso servir a este liderado para ele servir melhor o cliente ou executar melhor o seu trabalho.

Descuidar-se da comunicação: Quando o líder novato fala algo para os seus liderados, ele não se certifica se eles compreenderam corretamente a missão, pois ele provavelmente é uma pessoa que entende com mais facilidade as coisas e acha que os seus liderados são iguais a ele. Muitas pessoas têm dificuldade em compreender na totalidade o que lhe é passado, portanto o líder precisa se certificar que a pessoa entendeu a mensagem. Faça duas perguntas sobre o enunciado, se a pessoa não responder corretamente, inicie novamente o processo de comunicação.

Continuar a ser um colega: Um líder novo pode polarizar entre a arrogância de se achar superior e começar a cometer excessos ou comportar-se com condescendência, pois fica com medo de perder a amizade daqueles que, eram seus pares. Agora o líder tem uma relação de poder com a equipe e precisará cobrar efetivamente as tarefas tanto servindo os seus liderados como exigindo resultados, obviamente tomando cuidados com as palavras e tom de voz.

Não dar feedback: Este é um problema que não pertence apenas aos novatos. Uma pesquisa aponta que 90% dos líderes não utilizam corretamente esta ferramenta, ou não aplicando feedbacks ou fazendo-o de forma errada. Saiba que um bom feedback tem quatro pontos a serem observados ( resultado, comportamento, plano de ação e monitoramento ), se você não focar em algum destes pontos o seu feedback não será efetivo.

Não delegar: Pessoas que acabaram de conquistar posição de liderança ainda pensam como liderados e não delegam as tarefas para as outras pessoas, muitos pensam da seguinte forma “ninguém faz tão rápido e bem feito como eu faço“, então ele continua fazendo e sendo um operacional. Agora ele é um gestor de pessoas que às vezes operacionaliza, mas isto é exceção e não uma regra.

Se você se identificou com alguns dos erros acima sugiro que você conjugue o verbo aprender; talvez a se desprender de ser um operacional e se prender a ser um gestor de pessoas que não executa tarefas e sim conduz a sua equipe a uma execução assertiva.

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Otimismo: A sexta competência mais valorizada nas empresas

Posted by Ricardo Piovan on março 14, 2012
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A consultoria McKinsey fez uma pesquisa com 140 executivos com o objetivo de mapear as características comportamentais mais valorizadas num profissional dentro da empresa, isto é, eles queriam descobrir quais as aptidões mais importantes para um profissional de sucesso, que conseqüentemente traz mais resultados para a organização.

Foram destacadas oito competências básicas, mas a que me chamou mais atenção foi o OTIMISMO.

Há muito tempo reservo alguns minutos para falar sobre esta característica em minhas palestras e treinamentos, pois não há dúvida nenhuma de que profissionais otimistas são muito mais produtivos do que os profissionais pessimistas.

O pessimista quando vê uma dificuldade ele simplesmente para ou age de uma forma mais lenta, pois não acredita que é possível entrar em ação, já o otimista vê a mesma situação e inicia uma busca incessante para resolver o problema, pois ele acredita que esta situação pode ser resolvida.

É como diz a velha frase: “Prefiro ser um otimista que às vezes erra, do que um pessimista que acerta sempre”.

Em meu livro Resiliência – Como superar pressões e dificuldades no trabalho conto a história de Robson Zinder um empresário que perde o seu supermercado num incêndio e vê todo um sonho ruído em chamas. Se Robson fosse um profissional pessimista provavelmente pararia ou andaria muito lento, mas ele é uma pessoa otimista, acredita que é possível reverter a situação e começa a organizar almoços para a sua rede de contatos com o intuito de arrecadar recursos para a reconstrução. Hoje, Robinho chega a agradecer o incêndio, pois reconstruiu o seu negócio deixando-o ainda maior e melhor.

Os otimistas sempre criam melhores soluções para resolver os problemas do trabalho, pois segundo um estudo da mesma consultoria McKinsey, o medo que surge com o pessimismo faz com que o cérebro crie apenas raciocínios de sobrevivência e não age para solucionar os problemas.

E você é uma pessoa mais pessimista ou otimista ? Você acredita que é possível reverter situações complexas ou paralisa mediante as adversidades no trabalho ?

Lembre-se da velha máxima em Programação NeuroLinguistica:

“Se você acha que pode, você está certo, se você acha que não pode você também está certo.”

Abraços e até a próxima.

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Menos reclamação e mais ação nas empresas

Posted by Ricardo Piovan on novembro 25, 2011
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Pesquisas demonstram que a reclamação é um dos principais comportamentos que mais demitem nas organizações brasileiras. Existem algumas pessoas que perante um problema ou uma pressão mais acentuada costumam utilizar a energia da raiva erroneamente, transferindo-a aos músculos da boca e começam a reclamar sem parar, culpando o chefe, o colega, a empresa e até mesmo o cliente (aquela pessoa que paga o salário do reclamador).

Na verdade o “reclamão” é uma pessoa MEDROSA, isto mesmo, o MEDO é que se apodera dela, mas como na nossa cultura mostrar medo é demonstrar fraqueza esta pessoa veste a máscara da RAIVA e inicia o processo de reclamação. Na verdade os “reclamões” têm MEDO de entrar em ação para resolver o problema, pois não tem competência para isto, ou até mesmo MEDO de pedir demissão e partir para outra, concorrendo com outros candidatos que com certeza são mais corajosos que ele.

Se você tem estes “reclamões” a sua volta darei duas sugestões para você ajudá-los a saírem deste estado que só atrapalha a carreira deles e a saúde da empresa:

1- Dê feedback: Como já falei em outros artigos as pessoas percebem apenas dez por cento daquilo que fazem no dia a dia, noventa por cento do que fazemos está no piloto automático. Dizer em claro e bom tom, demonstrando para a pessoa que enquanto ela reclama muita gente tem sucesso na empresa, você estará mostrando para ela os noventa por cento que ela não vê. Quanto mais pessoas disserem isto para ela, aumentam as chances dela aceitar e iniciar a mudança comportamental.

Mas caso esta opção não adiantar, temos uma segunda sugestão.

2- Afaste esta pessoa de você, para o bem dela e para o seu próprio bem: Na verdade o “reclamão” precisa de duas coisas: da boca dele e da orelha de alguém. Se você não dá ouvidos a esta pessoa ela não tem com quem reclamar e aumenta a chance dela fazer algo para mudar este processo. Afastar estas pessoas é bom para você também, pois muitas vezes ouvimos estas pessoas e também começamos a reclamar.

Sempre que apresento esta segunda opção nos meus treinamentos de inteligência emocional algumas pessoas pensam: “nossa e se eu durmo com um “reclamão” deste ?”. Sim, existem pessoas que acordam todos os dias com os “reclamões” de plantão.

É necessário compreender que quando reclamamos canalizamos nossas energias para o lugar errado, isto é, utilizamos a energia para produzir palavras que não fazem mudanças e sim que trazem mais problemas. No momento em que as coisas não estão indo de acordo com a nossa vontade é hora de entrar em ação respondendo uma simples pergunta:

– Se eu não tivesse medo, o que eu faria?

A resposta a esta pergunta é o que deveríamos ponderar, analisando os riscos, planejar e realizar, pois pode ser uma das soluções para mudar o que precisa ser mudado.

Finalizo o artigo compartilhando com você uma frase que conduz intensamente minha vida pessoal e profissional:

”Se você quer que algo aconteça, faça acontecer, não culpe os outros ou o destino pela sua falta de iniciativa e competência“

Abraços e até a próxima.

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Brasil: 76% das pessoas estão infelizes no trabalho

Posted by Ricardo Piovan on novembro 24, 2011
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Em 2008 concedi uma entrevista a uma grande rádio de São Paulo e na época eu disse que uma pesquisa nos Estados Unidos havia apontado que 80% dos americanos estavam infelizes no trabalho e que em minha opinião este número não seria muito diferente aqui no Brasil. Lembro-me que a repórter questionou estes números, com certa descrença de que eles seriam reais.

Mas uma pesquisa recente feita pela International Stress Management no Brasil (Isma-BR), realizada com pessoas de 25 a 60 anos demonstra que o meu “faro” não estava errado, pois entre os entrevistados,  76% das pessoas se sentem infelizes com sua vida profissional.

Num mundo extremamente competitivo de hoje, a tônica das empresas é conquistar cada vez mais resultados fazendo com que a pressão do dia a dia seja muito alta. Até este ponto é normal, pois qualquer empresa pressionará seus colaboradores a conquistar resultados.

O problema é a falta de habilidade dos gestores em conduzir este processo, pois a forma como eles tratam os seus liderados faz com que estes sofram criando a desmotivação.

Veja algumas atitudes do líder que promove a infelicidade dos seus colaboradores:

  • Ele nega com atitudes os valores da empresa
  • Ele desconhece o limite entre a pressão por resultados e falta de respeito
  • Ele desrespeita as pessoas no tom de voz e no discurso
  • Ele desrespeita as pessoas no excesso de centralização
  • Ele desrespeita as pessoas na sua incapacidade de fazer com que elas cresçam
  • A ele falta a capacidade de inspirar e motivar os seus liderados
  • Ele vai atrás do resultado certo da forma errada.

Como solução para este cenário vejo dois pontos que necessitam ser trabalhados: a primeira é a reciclagem destes líderes que na verdade comportam-se ainda como os velhos chefes de departamento; e a segunda é que os liderados busquem  o desenvolvimento da sua inteligência emocional para saber lidar com este processo de alta pressão com mais assertividade

Saiba que os 24% das pessoas que se consideram felizes no trabalho possuem dois pontos em comum: autoconfiança e objetivos claros e bem definidos para a sua vida profissional e pessoal.

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Você erra 100% dos chutes que você não dá

Posted by Ricardo Piovan on julho 24, 2011
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A frase acima foi dita por um dos maiores empreendedores que já passou pela terra. Seu nome? Walt Disney.

Sempre reforço a afirmação acima em minhas palestras e treinamentos, pois muitos profissionais perdem grandes oportunidades pelo simples fato de não tentar, isto é, de não chutar a bola que está a sua frente, pois este chute lhe dá uma oportunidade de acerto.

Percebo nas empresas que muitas vezes as pessoas sabem o que deve ser feito, mas deixam o MEDO dominar e paralisam na adversidades ou a pressão que está a sua frente.

Gosto da seguinte parábola que exemplifica este processo:

Mediante ao cumprimento de uma grande meta, o líder desejou comemorar o fato presenteando seus liderados com uma sobremesa especial. O chefe chamou o AGUIAR, seu funcionário, e lhe deu a seguinte tarefa:

– Aguiar, por favor, vá até a feira e compre laranja, melão e pêssego, pois quero fazer uma grande salada de frutas como sobremesa para comemorar nosso sucesso.

Aguiar correu para a rua e foi até a feira e trinta minutos depois voltou ao seu líder e disse:

– Chefe, a laranja havia acabado, o melão está fora de época e o pêssego não estava com uma boa aparência. Achei melhor não comprar.

O líder um tanto frustrado, agradeceu o Aguiar e chamou Carlos, outro funcionário da empresa.

– Carlos, por favor, vá até a feira e compre laranja, melão e pêssego, pois quero fazer uma grande salada de frutas como sobremesa para comemorar nosso sucesso.

Note que foi pedido a Carlos a mesma coisa que foi solicitada a Aguiar, mesmo sabendo que haveriam os mesmos problemas ditos anteriormente.

Carlos correu para a rua e foi até a feira e trinta minutos depois voltou ao seu líder e disse:

– Chefe, a laranja havia acabado, o melão está fora de época e o pêssego não estava com uma boa aparência. Achei melhor não comprar. Mas ví que o abacaxi estava bom, o morango com ótimo preço e a banana muito apetitosa. Peguei o celular do feirante e caso o senhor aprove ligo para ele e solicito que entreguem para nós.

Esta é a diferença dos profissionais talentosos em relação aos profissionais comuns, eles chutam a bola correndo riscos calculados, enquanto outros são reativos e aguardam comandos, não trazendo resultados rápidos e efetivos.

Para aqueles que acham que apenas a empresa é beneficiada enganam-se, pois não tenha dúvida que na primeira oportunidade de crescimento na empresa Carlos será promovido, afinal de contas ele faz diferença na hora do resultado.

E você, tem chutado as bolas que estão na sua frente, ou deixado para outros chutar ?

Abraços e treinem a pontaria.

 

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Quer saber por que o seu pessoal não está trabalhando bem? Olhe-se no espelho!

Posted by Ricardo Piovan on julho 23, 2011
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Sempre antes de ministrar um treinamento ou palestra numa organização é comum a tal reunião de briefing, isto é, conversar com o RH e com alguns líderes para perceber o clima da empresa e os principais pontos que deverão ser abordados no evento. E na maioria das vezes começo a ouvir reclamações dos líderes sobre os seus funcionários, dizendo que alguns são acomodados, incompetentes, desmotivados, cometem muitos erros e etc. Internamente começo a pensar: Esta palestra não deveria ser dada somente aos liderados, mas também para os líderes, pois de acordo com a frase de Ken Blanchard no título deste artigo, o resultado da equipe está relacionado ao grau de eficácia do líder, isto é ao nível de maturidade de quem comanda a equipe.

Convido você a refletir sobre quatro características de um líder que não consegue tirar resultados da sua equipe:

1. Ele nega com atitudes os valores da empresa – Sabe aquela plaquinha ( missão, valores e visão ) que normalmente fica na recepção da empresa ? Lá estão os valores da companhia e um líder que não consegue resultados tende a negar aquelas frases com suas atitudes e comportamentos no dia a dia. Muitos liderados leem aquelas frases e pensam: “Nem o meu líder faz isto!”

2. Ele desconhece o limite entre a pressão por resultados e falta de respeito – Busca por resultados é uma coisa, gritar, ironizar e chamar a atenção na frente de outras pessoas é outra coisa completamente diferente. Liderados que são comandados por líderes autoritários não costumam dar tudo de si no momento de executar uma tarefa.

3. A ele falta a capacidade de inspirar os seus liderados – Um chefe simplesmente manda seu liderado fazer, um líder antes de mandar inspira o seu liderado, mostrando o que deve ser feito e porque deve ser feito, isto é, lhe dá um propósito. Pessoas que tem um motivo especial para trabalhar duro tendem a fazer muito mais do que lhe é solicitado.

4. Ele vai atrás do resultado certo da forma errada – Algumas vezes ( nem sempre ) este líder consegue o resultado a curto prazo, mas as suas atitudes desmotivam seus liderados a conseguirem os mesmos resultados para a próxima missão. Um líder autoritário sempre consegue resultados a curto prazo. A médio e longo prazo os resultados simplesmente desaparecem, pois as pessoas não tem um bom motivo para fazer o que deve ser feito.

Caso você seja um líder e preocupou-se com as questões acima, saiba que é possível verificar se você tem ou não a liderança tóxica. Solicite feedbacks de seus liderados, questionando-os sobre os seus comportamentos como líder. Eles são ótimos espelhos para você.

Sugiro também a você que faça o download do artigo: Por que os funcionários se demitem e analise as questões apresentadas. Acesse este link para acessar a área de downloads.

Até a próxima

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Brasil tem apagão de talentos: Veja como tirar proveito disto

Posted by Ricardo Piovan on julho 22, 2011
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Nunca se falou tanto em apagão de talentos no Brasil como nos últimos anos. Este tem sido um efeito colateral negativo do crescimento econômico brasileiro. A falta de profissionais qualificados é a maior preocupação dos CEOS, revela a pesquisa “Global CEO Sudy 2010, realizada pela IBM.

A pesquisa apontou que no Brasil, a falta de mão de obra especializada e competente é o maior problema de 71% dos presidentes de empresas entrevistados. Um percentual superior à média mundial que é de 58%. Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM América Latina revela: “Com o investimento das empresas aumentando, a competição pelos profissionais mais capacitados aumenta e há dificuldade para preencher vagas”.

Segundo Gomez o déficit de profissionais não ocorre apenas no nível tecnológico sendo que a preocupação com as competências dos funcionários é apontada por 50% dos CEOs brasileiros como principal fator externo que irá impactar o crescimento das empresas nos próximos três anos.

Agora a boa notícia.

Para mim o profissional talentoso é aquele que possui habilidades técnicas e comportamentais excepcionais, isto é, totalmente fora da curva, destacando-se da maioria dos outros funcionários da empresa. O mais interessante é que estas habilidades podem ser natas ou adquiridas, isto é, qualquer pessoa pode desenvolver-se e entrar neste rol de pessoas tão requisitadas no mundo corporativo.

Veja a seguir uma pesquisa, apresentada pela revista VOCE SA, da consultoria McKinsey realizada com 140 presidentes, onde foram mapeadas as aptidões comportamentais que fazem a diferença para tornar-se um profissional talentoso:

  • Comunicação oral e escrita: 70% dos CEOs apontam que esta é a principal competência a ser desenvolvida
  • Automotivação: profissionais que tem um motivo pessoal para o trabalho são 5 vezes mais produtivos do que os que trabalham apenas pelo salário no final do mês.
  • Poder de análise /pensamento crítico: 81% dos CEOs entendem que esta será a habilidade mais requerida nos próximos 5 anos.
  • Conexão com o mundo: “profissionais que circulam em grupos diferentes desenvolvem um olhar inovador para antigos problemas “ diz Regina Camargo, diretora da Across.
  • Ser otimista: O pessimismo faz com que o cérebro crie apenas condições de desenvolvimento e pare de enxergar possibilidades reais para resolver situações adversas.
  • Disposição total: 98% dos CEOs contratariam ou promoveriam um profissional de alta energia no lugar de um com energia baixa.
  • Liderança em atividades coletivas: independentemente da sua posição, conseguir fazer com que a equipe se sinta motivada para cumprir um objetivo ou resolver uma situação problemática, é valorizado pela alta liderança.

Minha sugestão é que você faça uma autocrítica em relação aos pontos destacados acima e perceba o quanto você está conectado a estas habilidades dos profissionais de alta performance. Disponibilizo a você também um teste que ajudará você neste processo de avaliação.

Caso você não esteja no patamar dos profissionais talentosos, saiba que nunca é tarde para iniciar o desenvolvimento, pois através de muita leitura, palestras e treinamentos você conquista estas habilidades, pois como vimos o talento pode ser nato ou adquirido, dependendo apenas do esforço pessoal de cada um.

 

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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5 maneiras para você detonar a sua carreira

Posted by Ricardo Piovan on julho 19, 2011
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Diz o filósofo que excelência não é aquilo que você faz uma ou duas vezes e sim aquilo que você faz repetidamente. A falta de excelência é a mesma coisa, isto é, aqueles erros que você comete várias vezes e que acabam com a sua imagem profissional, resultando uma carreira que não evolui para patamares mais elevados na organização.

Gostaria de destacar cinco maneiras que detonam qualquer carreira e que talvez estejam detonando a sua:

1- Seja um “reclamão”

Para conseguir uma estagnação completa no seu trabalho seja aquela pessoa que vive reclamando de tudo na empresa, dizendo que o seu chefe não colabora, que a equipe é incompetente e que a organização não contribui de forma efetiva com o seu trabalho. Reclame também do cliente, aquele cara, que paga o seu salário. O “reclamão” é aquela pessoa que vê defeito em tudo e não faz nada para mudar aquilo que ele reclama.

2- Não dê resultado para a empresa

Outra forma fantástica de ser esquecido num canto da empresa é você ser um “passivo”, isto é, ser uma pessoa que apenas traz despesas para a empresa. Se as suas atividades não fazem a empresa gerar dinheiro ou economizar dinheiro, saiba que você está no caminho certo para o esquecimento completo.

3- Não seja um “resolvedor” de problemas

Para potencializar ainda mais a sua estagnação não resolva nenhum problema, a menos que lhe solicitem, isto mesmo, fique na sua, se o seu radar detectar uma situação problemática finja que não é com você e apenas se manifeste quando for solicitado. Ahh … reclame pelo problema ter aparecido.

4- Não busque situação de aprendizado.

Este é um dos pontos mais importantes para que você fique paralisado anos na sua carreira. Não leia livros, não assista palestras e em hipótese alguma faça treinamentos. Continue fazendo as coisas sempre do mesmo jeito. Por favor, não procure fazer mais rápido, mais barato ou com mais qualidade as suas atividades.

5- Ande com os perdedores

Afaste-se dos talentos que existem na organização, pois eles podem te contaminar com o entusiasmo deles, levando você a ficar com vontade de não fazer os quatro pontos acima. Ande com as pessoas que vivem reclamando, que não dão resultados e que não resolvem problemas. Acredite, se você andar com os profissionais extraordinários você poderá ter uma recaída e ficar com vontade de estudar para fazer as suas tarefas com mais eficácia.

Garanto a você que seguindo as orientações acima a sua carreira ficará completamente impedida de qualquer sucesso e que você será o primeiro a ser lembrado em uma situação de corte dentro da empresa.

Abraços e até a próxima

 

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Por que algumas pessoas não são promovidas nas empresas

Posted by Ricardo Piovan on junho 29, 2010
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Canso de ver a seguinte cena nas empresas onde ministro minhas palestras e treinamentos:

Há uma nova vaga de gerente no departamento e estão na disputa Carlos e Aguiar.

Carlos é mais competente que Aguiar, mas de repente Aguiar é apresentado a equipe como o novo gestor da área.

A princípio você pode julgar que o processo foi injusto, que Aguiar tem “conhecidos” na diretoria e foi escolhido por este motivo, mas o fiel da balança pode ter sido algo que chamamos de marketing pessoal, pois Aguiar o faz com supremacia enquanto Carlos relega esta importante ferramenta para brilhar na carreira. Mas o que é marketing pessoal?

Marketing é uma ferramenta que as empresas utilizam para colocar os seus produtos em evidência objetivando vendas. Marketing pessoal é a mesma coisa, isto é, precisamos colocar nossos produtos (serviços) em evidência objetivando vende-los para conquistar um cargo mais elevado na organização.

Nos dias de hoje os profissionais estão cada vez mais parecidos em relação à qualidade de seus serviços, a diferença entre ser promovido ou não, pode estar no marketing positivo ou negativo que as profissionais estão fazendo de si mesmos.

Veja aqui um resumo dos principais passos para dominar esta ferramenta e com isto turbinar a sua carreira para a busca de promoções.

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