Carreira

Como ser promovido na sua empresa

Posted by Ricardo Piovan on junho 27, 2012
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Um funcionário do departamento financeiro de uma distribuidora de bebidas no sul do país notou que a empresa tinha gastos excessivos com deslocamento de seus refrigerantes de uma unidade para outra, onde o motivo principal era a falta de espaço nos galpões da matriz.

Por algumas tardes ele saia da sua sala com um poderoso ar condicionado e passeava pelos corredores do estoque questionando a si mesmo se não haveria uma forma mais eficaz de armazenar as garrafas e latinhas que ali estavam. Pesquisou e desenhou um novo formato de estocagem e apresentou para o seu diretor uma nova forma de alocar as mercadorias, aumentando em 18% a capacidade de armazenamento do galpão principal.

Para aparecer e tornar-se visível na empresa nada melhor do que mostrar melhorias e foi isto que este profissional que era responsável pelo contas a pagar fez. Não se limitou apenas a entrar no homebanking diariamente e pagar as faturas, ele cavou mais fundo e apresentou uma proposta que reduziu os custos de transportes entre unidades.

Os profissionais que estão fazendo o seu trabalho aparecer, não são diferentes de você, do seu vizinho de baia ou do seu chefe,  mas o que os distingue é o fato de partirem para a prática enquanto muita gente fica na teoria. Eles observam e vão além das suas tarefas diárias.

Muitos funcionários questionados sobre o que eles precisam fazer para serem promovidos respondem que se fizerem o seu trabalho bem feito e no tempo correto galgarão postos mais elevados na organização, mas acredito que isto não seja verdade pois para ascender na companhia você precisará fazer mais que o solicitado e apresentar resultados que vão além das suas tarefas.

Fica aqui a dica, SE QUISER APARECER MAIS, traga para a empresa muitas soluções boas, questionando continuamente como a empresa pode fazer o que ela faz de forma mais barata, mais rápida e com mais qualidade. Não tenha medo de errar e lembre-se que a diferença entre um profissional ordinário e extraordinário está no sufixo “EXTRA”

Você tem feito o EXTRA?

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Problemas no Trabalho? Pare de falar e resolva!

Posted by Ricardo Piovan on maio 07, 2012
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Venho ressaltando em meus textos e palestras de que a reclamação é um dos comportamentos que mais demitem as pessoas. Isto mesmo, a atitude daquelas pessoas que quando ficam insatisfeitas com algo na empresa são abduzidas pelo sentimento da RAIVA  e ao invés de conduzir esta energia ao cérebro para gerar soluções que resolvam seus problemas, elas levam esta energia para os músculos da boca e iniciam o processo da reclamação pelos corredores das organizações.

A RAIVA é o sentimento secundário dos “reclamões”, na verdade isto é uma máscara, pois o sentimento primário (real) é o MEDO. Isto mesmo, estas pessoas são na verdade grandes MEDROSOS, pois eles morrem de medo de tomar algumas decisões para resolver aquilo que ele está sofrendo e trilhar caminhos desconhecidos.

Vamos analisar alguns casos:

1- O meu chefe é uma pessoa muito crítica, que a todo o momento me chama atenção e muitas vezes na frente de outras pessoas.

Sentimento secundário:  Fico com RAIVA e reclamo dele para os meus colegas

Sentimento primário: Medo de demitir o meu chefe e não conseguir um novo trabalho a altura

2- Meus funcionários  não dão o resultado esperado na execução das suas tarefas;

Sentimento secundário:  Fico com RAIVA e reclamo deles para o meu diretor

Sentimento primário: Morro de MEDO de buscar conhecimentos de liderança, pois posso descobrir que o erro na verdade é meu.

3- Não consigo bater as minhas metas de vendas

Sentimento secundário: Fico com RAIVA dos clientes, do governo e da concorrência e digo que eles são culpados pelo meu fracasso.

Sentimento primário: Fico com MEDO de buscar ajuda dos vendedores que mesmo num panorama de concorrência dão muitos resultados, pois eles podem me achar inferior.

O mais interessante de tudo isto é que há uma solução para estas situações, e ela está numa frase de Walt Disney onde ele diz: “Para resolver algo, pare de falar e entre em ação”. O problema é que a maioria das pessoas tem o sentimento primário do MEDO de entrar em ação e paralisam não resolvendo aquilo que tem que se resolver.

Se você conhece alguém assim – ou se você mesmo se percebe neste processo – quero disponibilizar uma parte do quarto capítulo do meu livro Resiliência – Como Superar Pressões e Adversidades no Trabalho, onde destaco um método para resolver problemas profissionais e pessoais. Os 4 passos que apresento no livro eu tomei empresado por algumas figuras emblemáticas como Aristóteles, Dale Carnegie e Peter Drucker. Este último apresenta esta técnica num artigo intitulado “A decisão eficaz”.

Bom, não sei quanto a você, mas eu não costumo discutir com estas três figuras, eu simplesmente faço aquilo que eles orientam.

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Otimismo: A sexta competência mais valorizada nas empresas

Posted by Ricardo Piovan on março 14, 2012
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A consultoria McKinsey fez uma pesquisa com 140 executivos com o objetivo de mapear as características comportamentais mais valorizadas num profissional dentro da empresa, isto é, eles queriam descobrir quais as aptidões mais importantes para um profissional de sucesso, que conseqüentemente traz mais resultados para a organização.

Foram destacadas oito competências básicas, mas a que me chamou mais atenção foi o OTIMISMO.

Há muito tempo reservo alguns minutos para falar sobre esta característica em minhas palestras e treinamentos, pois não há dúvida nenhuma de que profissionais otimistas são muito mais produtivos do que os profissionais pessimistas.

O pessimista quando vê uma dificuldade ele simplesmente para ou age de uma forma mais lenta, pois não acredita que é possível entrar em ação, já o otimista vê a mesma situação e inicia uma busca incessante para resolver o problema, pois ele acredita que esta situação pode ser resolvida.

É como diz a velha frase: “Prefiro ser um otimista que às vezes erra, do que um pessimista que acerta sempre”.

Em meu livro Resiliência – Como superar pressões e dificuldades no trabalho conto a história de Robson Zinder um empresário que perde o seu supermercado num incêndio e vê todo um sonho ruído em chamas. Se Robson fosse um profissional pessimista provavelmente pararia ou andaria muito lento, mas ele é uma pessoa otimista, acredita que é possível reverter a situação e começa a organizar almoços para a sua rede de contatos com o intuito de arrecadar recursos para a reconstrução. Hoje, Robinho chega a agradecer o incêndio, pois reconstruiu o seu negócio deixando-o ainda maior e melhor.

Os otimistas sempre criam melhores soluções para resolver os problemas do trabalho, pois segundo um estudo da mesma consultoria McKinsey, o medo que surge com o pessimismo faz com que o cérebro crie apenas raciocínios de sobrevivência e não age para solucionar os problemas.

E você é uma pessoa mais pessimista ou otimista ? Você acredita que é possível reverter situações complexas ou paralisa mediante as adversidades no trabalho ?

Lembre-se da velha máxima em Programação NeuroLinguistica:

“Se você acha que pode, você está certo, se você acha que não pode você também está certo.”

Abraços e até a próxima.

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Brasil: 76% das pessoas estão infelizes no trabalho

Posted by Ricardo Piovan on novembro 24, 2011
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Em 2008 concedi uma entrevista a uma grande rádio de São Paulo e na época eu disse que uma pesquisa nos Estados Unidos havia apontado que 80% dos americanos estavam infelizes no trabalho e que em minha opinião este número não seria muito diferente aqui no Brasil. Lembro-me que a repórter questionou estes números, com certa descrença de que eles seriam reais.

Mas uma pesquisa recente feita pela International Stress Management no Brasil (Isma-BR), realizada com pessoas de 25 a 60 anos demonstra que o meu “faro” não estava errado, pois entre os entrevistados,  76% das pessoas se sentem infelizes com sua vida profissional.

Num mundo extremamente competitivo de hoje, a tônica das empresas é conquistar cada vez mais resultados fazendo com que a pressão do dia a dia seja muito alta. Até este ponto é normal, pois qualquer empresa pressionará seus colaboradores a conquistar resultados.

O problema é a falta de habilidade dos gestores em conduzir este processo, pois a forma como eles tratam os seus liderados faz com que estes sofram criando a desmotivação.

Veja algumas atitudes do líder que promove a infelicidade dos seus colaboradores:

  • Ele nega com atitudes os valores da empresa
  • Ele desconhece o limite entre a pressão por resultados e falta de respeito
  • Ele desrespeita as pessoas no tom de voz e no discurso
  • Ele desrespeita as pessoas no excesso de centralização
  • Ele desrespeita as pessoas na sua incapacidade de fazer com que elas cresçam
  • A ele falta a capacidade de inspirar e motivar os seus liderados
  • Ele vai atrás do resultado certo da forma errada.

Como solução para este cenário vejo dois pontos que necessitam ser trabalhados: a primeira é a reciclagem destes líderes que na verdade comportam-se ainda como os velhos chefes de departamento; e a segunda é que os liderados busquem  o desenvolvimento da sua inteligência emocional para saber lidar com este processo de alta pressão com mais assertividade

Saiba que os 24% das pessoas que se consideram felizes no trabalho possuem dois pontos em comum: autoconfiança e objetivos claros e bem definidos para a sua vida profissional e pessoal.

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Por que a maioria das avaliações de desempenho não funcionam?

Posted by Ricardo Piovan on setembro 30, 2011
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Não quero abordar aqui a questão da qualidade de execução, e sim a sistemática utilizada pelas empresas.

Na maioria das empresas que vou apresentar meus treinamentos e serviços da minha consultoria percebo que muitos RHs trabalham nas avaliações de desempenho apenas a parte de competências, isto é, elegem de cinco a dez competências por cargos e iniciam o processo de avaliação deixando de lado outro fator tão importante quanto os resultados, isto é o alcance ou não das metas.

Não há dúvidas que medir as competências é importante, mas precisamos medir o quanto cada profissional vem atingindo suas metas dentro de um período. Estas metas são estabelecidas no formato “top in down”, isto é, as metas de um líder são divididas entre os seus liderados e cada um será avaliado o quanto conquistou seus resultados.

Normalmente avaliamos o eixo do resultado em três níveis:

  • Não atingiu a meta – o profissional não fez as entregas estabelecidas ou não as desenvolveu no prazo estabelecido.
  • Atingiu a meta – Entregou os resultados no tempo e na qualidade esperada
  • Superou a meta – Entregou os resultados no tempo, ou antes do tempo, mas com um nível de qualidade maior do que se esperava.

Este conceito é chamado de “nine blocks”, isto é avalia-se num eixo ( Y ) as competências de um profissional e num outro eixo ( X ) os resultados deste profissional. Cruzando os dois resultados a pessoa avaliada cai num dos nove blocos de um gráfico e quanto mais próximo ele estiver do bloco nove, mais talentoso é este profissional, onde deveremos tomar medidas de retenção deste grande funcionário. Quanto mais próximo ele estiver do bloco número um, mais crítico é a sua situação necessitando de um trabalho de recuperação ou até mesmo troca deste profissional.

Acredito que definindo as competências necessárias para cada cargo, assim como o estabelecimento de metas claras e desafiantes para cada profissional, após determinado período podemos avaliar de forma mais assertiva o quanto o profissional traz efetivamente resultados para a empresa que trabalha, assim como para a sua própria carreira.

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Você erra 100% dos chutes que você não dá

Posted by Ricardo Piovan on julho 24, 2011
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A frase acima foi dita por um dos maiores empreendedores que já passou pela terra. Seu nome? Walt Disney.

Sempre reforço a afirmação acima em minhas palestras e treinamentos, pois muitos profissionais perdem grandes oportunidades pelo simples fato de não tentar, isto é, de não chutar a bola que está a sua frente, pois este chute lhe dá uma oportunidade de acerto.

Percebo nas empresas que muitas vezes as pessoas sabem o que deve ser feito, mas deixam o MEDO dominar e paralisam na adversidades ou a pressão que está a sua frente.

Gosto da seguinte parábola que exemplifica este processo:

Mediante ao cumprimento de uma grande meta, o líder desejou comemorar o fato presenteando seus liderados com uma sobremesa especial. O chefe chamou o AGUIAR, seu funcionário, e lhe deu a seguinte tarefa:

– Aguiar, por favor, vá até a feira e compre laranja, melão e pêssego, pois quero fazer uma grande salada de frutas como sobremesa para comemorar nosso sucesso.

Aguiar correu para a rua e foi até a feira e trinta minutos depois voltou ao seu líder e disse:

– Chefe, a laranja havia acabado, o melão está fora de época e o pêssego não estava com uma boa aparência. Achei melhor não comprar.

O líder um tanto frustrado, agradeceu o Aguiar e chamou Carlos, outro funcionário da empresa.

– Carlos, por favor, vá até a feira e compre laranja, melão e pêssego, pois quero fazer uma grande salada de frutas como sobremesa para comemorar nosso sucesso.

Note que foi pedido a Carlos a mesma coisa que foi solicitada a Aguiar, mesmo sabendo que haveriam os mesmos problemas ditos anteriormente.

Carlos correu para a rua e foi até a feira e trinta minutos depois voltou ao seu líder e disse:

– Chefe, a laranja havia acabado, o melão está fora de época e o pêssego não estava com uma boa aparência. Achei melhor não comprar. Mas ví que o abacaxi estava bom, o morango com ótimo preço e a banana muito apetitosa. Peguei o celular do feirante e caso o senhor aprove ligo para ele e solicito que entreguem para nós.

Esta é a diferença dos profissionais talentosos em relação aos profissionais comuns, eles chutam a bola correndo riscos calculados, enquanto outros são reativos e aguardam comandos, não trazendo resultados rápidos e efetivos.

Para aqueles que acham que apenas a empresa é beneficiada enganam-se, pois não tenha dúvida que na primeira oportunidade de crescimento na empresa Carlos será promovido, afinal de contas ele faz diferença na hora do resultado.

E você, tem chutado as bolas que estão na sua frente, ou deixado para outros chutar ?

Abraços e treinem a pontaria.

 

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Brasil tem apagão de talentos: Veja como tirar proveito disto

Posted by Ricardo Piovan on julho 22, 2011
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Nunca se falou tanto em apagão de talentos no Brasil como nos últimos anos. Este tem sido um efeito colateral negativo do crescimento econômico brasileiro. A falta de profissionais qualificados é a maior preocupação dos CEOS, revela a pesquisa “Global CEO Sudy 2010, realizada pela IBM.

A pesquisa apontou que no Brasil, a falta de mão de obra especializada e competente é o maior problema de 71% dos presidentes de empresas entrevistados. Um percentual superior à média mundial que é de 58%. Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM América Latina revela: “Com o investimento das empresas aumentando, a competição pelos profissionais mais capacitados aumenta e há dificuldade para preencher vagas”.

Segundo Gomez o déficit de profissionais não ocorre apenas no nível tecnológico sendo que a preocupação com as competências dos funcionários é apontada por 50% dos CEOs brasileiros como principal fator externo que irá impactar o crescimento das empresas nos próximos três anos.

Agora a boa notícia.

Para mim o profissional talentoso é aquele que possui habilidades técnicas e comportamentais excepcionais, isto é, totalmente fora da curva, destacando-se da maioria dos outros funcionários da empresa. O mais interessante é que estas habilidades podem ser natas ou adquiridas, isto é, qualquer pessoa pode desenvolver-se e entrar neste rol de pessoas tão requisitadas no mundo corporativo.

Veja a seguir uma pesquisa, apresentada pela revista VOCE SA, da consultoria McKinsey realizada com 140 presidentes, onde foram mapeadas as aptidões comportamentais que fazem a diferença para tornar-se um profissional talentoso:

  • Comunicação oral e escrita: 70% dos CEOs apontam que esta é a principal competência a ser desenvolvida
  • Automotivação: profissionais que tem um motivo pessoal para o trabalho são 5 vezes mais produtivos do que os que trabalham apenas pelo salário no final do mês.
  • Poder de análise /pensamento crítico: 81% dos CEOs entendem que esta será a habilidade mais requerida nos próximos 5 anos.
  • Conexão com o mundo: “profissionais que circulam em grupos diferentes desenvolvem um olhar inovador para antigos problemas “ diz Regina Camargo, diretora da Across.
  • Ser otimista: O pessimismo faz com que o cérebro crie apenas condições de desenvolvimento e pare de enxergar possibilidades reais para resolver situações adversas.
  • Disposição total: 98% dos CEOs contratariam ou promoveriam um profissional de alta energia no lugar de um com energia baixa.
  • Liderança em atividades coletivas: independentemente da sua posição, conseguir fazer com que a equipe se sinta motivada para cumprir um objetivo ou resolver uma situação problemática, é valorizado pela alta liderança.

Minha sugestão é que você faça uma autocrítica em relação aos pontos destacados acima e perceba o quanto você está conectado a estas habilidades dos profissionais de alta performance. Disponibilizo a você também um teste que ajudará você neste processo de avaliação.

Caso você não esteja no patamar dos profissionais talentosos, saiba que nunca é tarde para iniciar o desenvolvimento, pois através de muita leitura, palestras e treinamentos você conquista estas habilidades, pois como vimos o talento pode ser nato ou adquirido, dependendo apenas do esforço pessoal de cada um.

 

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Como liderar o seu chefe e fazer mudanças na empresa

Posted by Ricardo Piovan on julho 21, 2011
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De acordo com o “Livro de Ouro da Liderança” de John Maxwell a palavra liderar significa influenciar pessoas. Se partirmos deste princípio podemos especular que toda vez que influenciamos e persuadimos o nosso chefe, ele está sendo liderado por nós.

Veja como a história dos irmãos McDonald’s comprovam a teoria da influência e liderança. Dick e Maurice McDonald fundaram a primeira loja em Pasadena nos EUA e perceberam a oportunidade de expandir o seu negócio através de franquias. Em 1952 começaram a procurar interessados e conseguiram convencer apenas 15 pessoas a comprarem a sua franquia, das quais apenas 10 realmente abriram as portas. Insatisfeitos com os resultados os irmãos se associaram a Ray Kroc, que entre 1955 e 1959, conseguiu abrir cem restaurantes. Quatro anos depois, contava com quinhentos McDonald’s.

A capacidade de influência e persuasão (liderança) de Kroc era infinitamente maior que a dos irmãos que eram ótimos proprietários de restaurante. Sabiam administrar um negócio, tornar seus sistemas eficientes, cortar gastos e aumentar lucros. Eram gerenciadores eficientes, mas como líderes, isto é, influenciadores, estavam longe da excelência, pois não conseguiam convencer as pessoas a comprarem sua fantástica franquia.

A história dos irmãos McDonald´s pode estar se repetindo com você, isto é, você tem uma bela ideia ou uma fantástica inovação para a sua área ou para a empresa, mas não consegue convencer as pessoas disto.

Gostaria de apresentar a você cinco dicas preciosas para você liderar a sua liderança, isto é, convencê-los sobre aquilo que acredita:

  • CONFIANÇA: antes de vender uma ideia ao seu superior tenha a convicção de que ele o considera uma pessoa confiável e assertiva, pois na maioria das vezes os chefes dizem NÃO “as pessoas” e não “as ideias”, simplesmente porque não confiam que elas realizarão um bom trabalho ou que tenham boas ideias. Antes de vender ideias venda assertividade e confiança.
  • CONHECIMENTO: o primeiro ponto que você deve aprimorar é o conhecimento daquilo que você pretende mudar. Seu chefe deve sentir segurança na sua fala, portanto esteja embasado para responder com supremacia a qualquer pergunta que ele faça para você. Se o seu objetivo é a liberação de uma verba extraordinária para vincular uma nova propaganda em algum site da internet, tenha detalhadamente os números de acessos, quem são os leitores, horários de maior visualização e etc. Muitas vezes a informação completa alinhada com a confiança já determina o convencimento.
  • ENTUSIASMO: Você está totalmente convencido que a sua ideia é extraordinária? Você precisa apresentar o seu projeto com convicção e alegria demonstrando ao seu chefe que a possibilidade de êxito é certa, se você não estiver convencido de que sua ideia é fantástica provavelmente o seu chefe também não a achará. Apresente antes sua ideia para outras pessoas, talvez elas tragam a luz “gaps” que devem ser ajustados antes da apresentação final.
  • TENHA UM PLANO B: Caso não tenha sucesso após demonstrar conhecimento e vender sua ideia com entusiasmo, apresente um plano B para testá-la. Caso esteja querendo uma verba para viajar para outra cidade com o objetivo de aumentar as vendas e não está conseguindo este consentimento, solicite a permissão para fazer ligações a empresas deste novo local oferecendo os produtos por telefone avaliando assim a receptividade, e após colher estes dados diga que apresentará uma planilha demonstrando o interesse ou não das empresas no produto. Com o plano B você deixa a sua ideia viva para reflexões futuras.
  • PERSISTÊNCIA: Não desistir é uma das principais características do poder de influência e persuasão, pois ao persistir você reavalia novas formas de fazer ou até mesmo de refletir se cometeu algum erro nos pontos anteriores. Será que sou de confiança? Será que o conhecimento foi suficiente para vender a ideia? Expressei-me com entusiasmo? Apresentei um plano paralelo para aquilo que desejava?

Para finalizar quero deixar para você a célebre frase do grande pensador Napoleon Hill, para que ela te inspire a cada vez mais lutar por aquilo que você acredita e considera importante para você e para a empresa que você trabalha: “O homem que realmente deseja alguma coisa sempre encontra um caminho, aquele que não deseja tanto assim sempre encontra um obstáculos.”

Abraços e até a próxima.

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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5 maneiras para você detonar a sua carreira

Posted by Ricardo Piovan on julho 19, 2011
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Diz o filósofo que excelência não é aquilo que você faz uma ou duas vezes e sim aquilo que você faz repetidamente. A falta de excelência é a mesma coisa, isto é, aqueles erros que você comete várias vezes e que acabam com a sua imagem profissional, resultando uma carreira que não evolui para patamares mais elevados na organização.

Gostaria de destacar cinco maneiras que detonam qualquer carreira e que talvez estejam detonando a sua:

1- Seja um “reclamão”

Para conseguir uma estagnação completa no seu trabalho seja aquela pessoa que vive reclamando de tudo na empresa, dizendo que o seu chefe não colabora, que a equipe é incompetente e que a organização não contribui de forma efetiva com o seu trabalho. Reclame também do cliente, aquele cara, que paga o seu salário. O “reclamão” é aquela pessoa que vê defeito em tudo e não faz nada para mudar aquilo que ele reclama.

2- Não dê resultado para a empresa

Outra forma fantástica de ser esquecido num canto da empresa é você ser um “passivo”, isto é, ser uma pessoa que apenas traz despesas para a empresa. Se as suas atividades não fazem a empresa gerar dinheiro ou economizar dinheiro, saiba que você está no caminho certo para o esquecimento completo.

3- Não seja um “resolvedor” de problemas

Para potencializar ainda mais a sua estagnação não resolva nenhum problema, a menos que lhe solicitem, isto mesmo, fique na sua, se o seu radar detectar uma situação problemática finja que não é com você e apenas se manifeste quando for solicitado. Ahh … reclame pelo problema ter aparecido.

4- Não busque situação de aprendizado.

Este é um dos pontos mais importantes para que você fique paralisado anos na sua carreira. Não leia livros, não assista palestras e em hipótese alguma faça treinamentos. Continue fazendo as coisas sempre do mesmo jeito. Por favor, não procure fazer mais rápido, mais barato ou com mais qualidade as suas atividades.

5- Ande com os perdedores

Afaste-se dos talentos que existem na organização, pois eles podem te contaminar com o entusiasmo deles, levando você a ficar com vontade de não fazer os quatro pontos acima. Ande com as pessoas que vivem reclamando, que não dão resultados e que não resolvem problemas. Acredite, se você andar com os profissionais extraordinários você poderá ter uma recaída e ficar com vontade de estudar para fazer as suas tarefas com mais eficácia.

Garanto a você que seguindo as orientações acima a sua carreira ficará completamente impedida de qualquer sucesso e que você será o primeiro a ser lembrado em uma situação de corte dentro da empresa.

Abraços e até a próxima

 

Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leader.

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Por que algumas pessoas não são promovidas nas empresas

Posted by Ricardo Piovan on junho 29, 2010
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Canso de ver a seguinte cena nas empresas onde ministro minhas palestras e treinamentos:

Há uma nova vaga de gerente no departamento e estão na disputa Carlos e Aguiar.

Carlos é mais competente que Aguiar, mas de repente Aguiar é apresentado a equipe como o novo gestor da área.

A princípio você pode julgar que o processo foi injusto, que Aguiar tem “conhecidos” na diretoria e foi escolhido por este motivo, mas o fiel da balança pode ter sido algo que chamamos de marketing pessoal, pois Aguiar o faz com supremacia enquanto Carlos relega esta importante ferramenta para brilhar na carreira. Mas o que é marketing pessoal?

Marketing é uma ferramenta que as empresas utilizam para colocar os seus produtos em evidência objetivando vendas. Marketing pessoal é a mesma coisa, isto é, precisamos colocar nossos produtos (serviços) em evidência objetivando vende-los para conquistar um cargo mais elevado na organização.

Nos dias de hoje os profissionais estão cada vez mais parecidos em relação à qualidade de seus serviços, a diferença entre ser promovido ou não, pode estar no marketing positivo ou negativo que as profissionais estão fazendo de si mesmos.

Veja aqui um resumo dos principais passos para dominar esta ferramenta e com isto turbinar a sua carreira para a busca de promoções.

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